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Correlação entre os testes <em>Pick-Up</em> de Moberg e a estesiometria após reconstrução do nervo mediano

Correlation between Moberg <em>Pick-Up</em> test and sensation threshold test after median nerve reconstruction

Alexandre Marcio Marcolino1; Rafael Inacio Barbosa1; Daniela Neto Aguiar de Souza2; Rafaela de Barros Rebelo3; Priscila Martins Delgado3; Nilton Mazzer4; Valéria Meirelles Carril Elui5; Marisa de Cássia Registro Fonseca6

Acta Fisiátr.2012;19(4):216-221

A avaliação funcional da sensibilidade é essencial para analisar o estado, recuperação, e efetividade do programa de tratamento em pacientes que sofreram perdas decorrentes de deficiência motora e/ou sensitiva, após lesões nervosas periféricas. Estas lesões geram a interrupção das sensações ocasionando a perda da sensibilidade e uma significante perda funcional da mão.
OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi correlacionar o teste funcional Pick-Up de Moberg com o teste de limiar sensitivo Estesiômetro SORRI® na reconstrução do nervo mediano.
MÉTODO: Foram analisados 14 homens com idade entre 18 e 40 anos que sofreram ferimento corto-contuso na região volar do punho e tratamento cirúrgico há pelo menos um ano de pós-operatório. Foram utilizados para a avaliação da sensibilidade cutânea o Estesiômetro SORRI® e o teste Pick-Up de Moberg modificado, no qual a avaliação foi dividida em duas fases, olhos abertos e fechados, ambas realizadas com a mão dominante e não dominante, e em duas etapas com diferentes avaliadores, sendo repetidas três vezes em cada mão. A sequência dos avaliadores foi sorteada e mantida durante toda a avaliação. Na análise dos dados foi utilizado o coeficiente de Pearson e aplicado o teste não-paramétrico de Mann-Whitney com o nível de significância α = 0,05.
RESULTADOS: A média da idade foi de 27,14 anos (± 6,43), com maior frequência entre 21 a 30 anos sendo que 64% apresentaram lesão na mão dominante. O coeficiente de Pearson (r) entre o Estesiômetro e o Pick-Up foi entre 0,5 e 0,7, com p-valor < 0,05. Os intervalos de confiança e p-valores dos testes de Mann-Whitney não indicaram diferenças estatisticamente significantes.
CONCLUSÃO: Apesar do teste Pick-Up de Moberg não possuir medidas padronizadas, na amostra estudada pode-se concluir que existe correlação entre o teste funcional e o teste de limiar sensitivo. Novos estudos são necessários para a validação e confiabilidade de ambos os métodos.


Palavras-chave: mão, reabilitação, traumatismos dos nervos periféricos

Estudo retrospectivo do estado funcional de pacientes com fratura do rádio distal submetidos à osteossíntese com placa LCP

A retrospective study of functionality of patients with distal radius fracture after osteosynthesis with an LCP volar plate

Paula Guaraldo Villa Clé1; Luiz Eduardo Tasso1; Rafael Inácio Barbosa2; Marisa de Cássia Registro Fonseca3; Valéria Meirelles Carril Elui4; Frederico Balbão Roncaglia5; Nilton Mazzer6; Cláudio Henrique Barbieri6

Acta Fisiátr.2011;18(4):163-168

As fraturas do rádio distal estão entre as mais comuns do esqueleto humano, correspondendo a um sexto de todas as fraturas. Para seu tratamento, existem diversas técnicas cirúrgicas e materiais de síntese que podem ser utilizados, no entanto, o uso de placa volar tem se mostrado eficiente e apresentado poucas complicações.
OBJETIVO: Realizar uma análise retrospectiva do estado funcional de pacientes com fratura do radio distal submetidos à osteossíntese com placa volar LCP que passaram por um programa de reabilitação.
MÉTODO: A amostra foi composta por 14 pacientes com fratura unilateral de rádio distal submetidos à osteossíntese com placa volar LCP 2,4 mm ou 3,5 mm. Os indivíduos foram divididos em dois grupos: grupo acometido (n = 14), composto pelos punhos fraturados; grupo controle (n = 14) composto pelos punhos contralaterais. Foram realizadas medidas de amplitude de movimento (ADM) ativa e passiva do punho, força de preensão e pinças e aplicado um questionário de disfunção do membro superior (DASH). Para a análise dos dados, foi realizada comparação entre os grupos, acometido e controle, por meio de testes de significância de duas amostras independentes para médias.
RESULTADOS: A média encontrada para o questionário DASH foi de 10,63 pontos (± 12,23). Em relação às medidas de força de preensão e pinças, e de ADM de punho, não houve diferenças significantes na comparação entre os grupos (p > 0,05).
CONCLUSÃO: Na amostra analisada, pode-se concluir que, após um ano de pós-operatório, os pacientes apresentam resultados semelhantes na comparação, o que evidencia uma recuperação satisfatória do estado funcional.


Palavras-chave: fixadores internos, fraturas do rádio, reabilitação

Perfil dos pacientes com lesões traumáticas do membro superior atendidos pela fisioterapia em hospital do nível terciário

Profile of patients with traumatic injuries of the upper limb treated in a tertiary hospital

Rafael Inácio Barbosa1; Karoline Cipriano Raimundo2; Marisa de Cássia Registro Fonseca3; Daniel Martins Coelho4; Aline Miranda Ferreira4; Amira Mohamede Hussein4; Nilton Mazzer5; Cláudio Henrique Barbieri5

Acta Fisiátr.2013;20(1):14-19

A incidência de lesões traumáticas dos membros superiores em um hospital terciário além de ser elevada, possui uma grande variedade. Neste sentido torna-se importante a criação de um banco de dados único, para conhecer o perfil dos pacientes atendidos.
OBJETIVO: Traçar o perfil dos pacientes com lesões traumáticas dos membros superiores, atendidos pela Fisioterapia no Centro de Reabilitação do Hospital das Clínicas de Ribeirão.
MÉTODO: Foram avaliadas 223 fichas de pacientes (58 mulheres e 116 homens), com idade média de 34,54 (± 19,05) anos, encaminhados pelo ambulatório de ortopedia do referido hospital.
RESULTADOS: Do total de casos analisados, as lesões de punho e mão obtiveram maior incidência (60,99%), seguidos por lesões de ombro (20,63%), cotovelo (12,55%), braço (3,59%) e antebraço (2,24%). Nas lesões de punho e mão o mecanismo de trauma com maior porcentagem foi o acidente de moto, relacionado com as fraturas múltiplas de ossos da mão. Queda da própria altura, acidente motociclístico e queda de escada foram os mecanismos de trauma, correlacionando com as fraturas de úmero proximal, luxação de ombro e fraturas de escápula respectivamente.
CONCLUSÃO: Foi verificada a incidência de lesão, mecanismo de trauma e as características da população para futuramente aprimorar os protocolos específicos para as disfunções e investir em campanhas de prevenção


Palavras-chave: Traumatismos da Mão, Traumatismos do Antebraço, Traumatismos do Braço, Centros de Reabilitação, Perfil de Saúde

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