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Alterações eletrocardiográficas e cardiovasculares em pacientes com infarto do miocárdio pregresso submetidos a programa de reabilitação cardíaca supervisionado

Cilene Abreu Cardoso-Costa1; Paulo Yazbek Júnior1; Livia Maria dos Santos Sabbag1; Maristela Palácios Dourados2; Gilson Tanaka Shinzato3; Claudio Costa3; Linamara Rizzo Battistella3

Acta Fisiátr.1997;4(2):82-89

A reabilitação cardíaca é o processo de desenvolvimento e manutenção de nível desejável de atividade física, social e psicológica após o início da doença coronária sintomática, sendo uma terapêutica multiprofissional para a patologia, que é multifatorial. Assim, nas últimas décadas, a prática de exercícios físicos tem sido estimulada entre indivíduos sadios e cardiopatas. Os principais objetivos são: evitar os efeitos negativos do repouso prolongado no leito em pacientes convalescentes de infarto agudo do miocárdio pós-cirurgia cardiovascular, com o retorno mais breve às atividades cotidianas, evitar complicações pulmonares, melhora da capacidade funcional e da qualidade de vida, mudanças de hábitos com modificação de fatores de risco e redução dos índices de morbi-mortalidade.


Palavras-chave:

Avaliação isocinética. "análise do desempenho muscular de flexores e extensores de joelho em jovens desportistas praticantes de voleibal"

Abel Oliveira Lúcio1; Gilson Tanaka Shinzato2; Linamara Rizzo Battistela2; Marcio Basyches3

Acta Fisiátr.1997;4(3):119-124

O propósito deste estudo foi descrever dados obtidos na medição da força de grupos musculares extensores e flexores de joelhos em jovens desportistas praticantes de voleibol. Quarenta e cinco jovens praticantes de voleibol - vinte e três (12 do sexo masculino e 11 do sexo feminino) classificados como ativos (A) e vinte e dois (10 do sexo masculino e 12 do sexo feminino) classificados como amadores (B) foram avaliados quanto a flexão e extensão de joelho em um dinamômetro isocinético modelo Cybex 6000, na velocidade de 60 graus por segundo. Os parâmetros de Peak Torque (PT), Peak Torque por peso corporal (PTP), Trabalho Total realizado (TI), e Trabalho Total realizado por peso corporal (TIP) foram analisados. Os resultados mostraram diferença significante em favor dos músculos de membros dominantes em relação aos não-dominantes responsáveis pela flexão de joelhos no grupo (A) masculino em todos os parâmetros, diferença significante no desempenho dos extensores de membros não dominantes do grupo (A) masculino em relação ao (B), e desempenho significantemente superior do grupo (B) feminino em relação ao das jovens do grupo (A) quanto aos flexores no parâmetro (TTP). Dados deste estudo mostraram ainda um desempenho significantemente superior dos jovens do sexo masculino comparativamente ao das jovens do sexo feminino nos parâmetros (PT) e (TT) , mesmo quando corrigidos pelo peso corporal, nos dois grupos estudados.


Palavras-chave:

Avaliação sintomática subjetiva e cardiovascular dos pacientes lesados medulares com trabalho cicloergométrico passivo (Reck Moto Med)

Linamara Rizzo Battistella1; Paulo Yazbek Jr.2; Gilson Tanaka Shinzato3; Neuza Sayuri Habu3; Andrea B. Rosa4; Maria Cecília dos S. Moreira4; Luciane E. B. Castor4

Acta Fisiátr.1996;3(2):23-26


Palavras-chave:

Estudo ergométrico comparativo entre indivíduos portadores de fibromialgia primária e indivíduos normais sedentários

Lívia Maria dos Santos Sabbag1; Maristela Palácios Dourado2; Paulo Yazbek Jr.1; Cilene Abreu Cardoso Costa1; Gilson Tanaka Shinzato3; Margarida Harurni Miyazaki3; Helena Kaziyama4; Linamara Rizzo Battistella5

Acta Fisiátr.1997;4(3):125-128

A fibromialgia (FM) é uma síndrome dolorosa crônica caracterizada por dor músculo-esquelética generalizada1,2,3,4,5 podendo resultar em imobilidade e inatividade física 6.
O presente estudo tem por objetivo comparar a resposta de pacientes sedentárias com fibromialgia primária e indivíduos sem patologias frente aos parâmetros do teste ergométrico (TE).
Submeteram-se a TE em esteira rolante, protocolo de Ellestad, dois grupos de pacientes sedentárias do sexo feminino: Grupo A (n = 12, média de idade 53,2 anos, portadoras de fibromialgia primária), Grupo B (n = 20, média de idade 51,6 anos, sem patologias). Os critérios de interrupção de TE foram: freqüência cardíaca máxima atingida, cansaço físico, dor e tontura. Não houve referência de precordialgia; não foram observadas alterações isquêmicas ou arritrnias durante o exame. O tratamento estatístico foi teste t de Student. Os resultados comparativos entre os grupos A e B mostraram que quanto à carga máxima comum e freqüência cardíaca final do teste não houve diferença significante entre ambos os grupos. O grupo A realizou menor tempo de exercício (2,1 %) e portanto, menor trabalho total (21,2%), reserva cronotrópica (11,2%), capacidade funcional (15,6%) e DPAS (15,8%).
Concluímos que ambos os grupos avaliados sob o aspecto de resposta cardiovascular e eletrocardiográfica ao esforço não mostraram evidências de isquemia ou deficiência da função ventricular esquerda. As pacientes do grupo A apresentaram capacidade funcional significantemente inferior as do grupo B. Os resultados sugerem que as limitações observadas são decorrentes do sistema músculo-esquelético.


Palavras-chave: Fibromialgia, Teste ergométrico.

Perfil de aptidão cardiorrespiratória e metabólica em bailarinos profissionais

Paulo Roberto Santos Silva1; Angela Romano1; Nilo Sérgio Gava2; Maristela Palácios Dourado3; Paulo Yazbek Jr.4; Gilson Tanaka Shinzato5; Maurício A. Cardoso6; Noeli Carnevali7; Linamara Rizzo Battistella8

Acta Fisiátr.1998;5(3):148-153

O principal objetivo deste estudo foi analisar aspectos cardiorrespiratórios e metabólicos e as alterações provocadas pelo treinamento específico de dança em umgrupo de 16 bailarinos de balé profissional, modalidade clássico, sendo 8 mulheres e 8 homens, com média de idade de 18,2 ± 3,8 anos e 26,2 ± 4,5 anos, respectivamente. Todos foram submetidos a teste máximo em esteira rolante, utilizando-se o protocolo de Bruce. Foi utilizado, na análise das respostas respiratórias e metabólicas, um sistema computadorizado Metabolic Measurement Cart da Beckman. Os seguintes resultados foram obtidos entre o grupo de balé vs o grupo-controle (masculino): VO2 max. (46 ± 4 vs 43 ± 6 mLO2. kg-1. min-1). FC máx.(194 ± 12 vs 202 ± 11 bpm); VE máx. (112 ± 16 vs 123 ± 181.min-1); VO2-LA (35 ± 4 vs 26 ± 4 mLO2.kg-1.min-1 [p < 0,01]); FC-LA (169 ± 18 vs 163 ± 15 bpm). Grupo de balé vs grupo-controle (feminino): VO2 máx. (39 ± 6 vs 35 ± 6 mLO2. kg-1-.min-1); FC máx. (197 ± 10 vs 201 ± 6 bpm); VE máx. (72 ± 9 vs 81 ± 61.min-1); VO2 -LA (26 ± 4 vs 27 ± 4 mLO2.kg-1.min-1); FC-LA (164 ± 10 vs 176 ± 17 bpm).
CONCLUSÕES: 1) a rotina específica de dança parece não gerar estímulo suficiente para aprimorar a aptidão cardiorrespiratória e metabólica dos bailarinos, e 2) sugere-se condicionamento físico adicional ao treinamento de balé.


Palavras-chave: Capacidade aeróbia. Balé profissional. Respostas fisiológicas.

Protocolo de avaliação funcional de joelho em patologias ortopédicas

Gilson Tanaka Shinzato1; Jeane Cintra Peixoto de Vasconcelos2; Cristina Tiyomi Ogawa2; Isabel Cristina da Silva Prado Sampaio3; Adilson Gonçalves3; Elenita Magalhães Neves3

Acta Fisiátr.1996;3(1):30-36


Palavras-chave:

Terapia de ondas de choque focal para osteoartrose de joelho: um ensaio clínico randomizado duplo-cego

Focused extracorporeal shockwave therapy (f-ESWT) for knee osteoarthritis: a double-blind randomized clinical trial

Fabíola Cavalieri1; Gilson Tanaka Shinzato2; Victor Figueiredo Leite1; Sabrina Saemy Tome Uchiyama1; Margarida Harumi Miyazaki2; André Kazuyoshi Kirihara2; Linamara Rizzo Battistella3

Acta Fisiátr.2017;24(4):175-179

Objetivo: Avaliar eficácia da terapia de ondas de choque focal (f-ESWT) comparada ao placebo para dor e incapacidade em pacientes com osteoartrose de joelho (OA). Métodos: Ensaio clínico randomizado, duplo-cego, placebo controlado, pacientes com OA primária de joelhos realizaram exercícios (alongamentos de isquiotibiais e fortalecimento de quadríceps) e randomizados em f-ESWT ou placebo. Todos os pacientes foram submetidos a 4 sessões semanais de 7.000 pulsos, e no grupo f-ESWT a energia foi de até 0.15mJ/mm2. O desfecho primário foi a escala analógica visual (VAS) para dor em 1 mês. Os desfechos secundários foram WOMAC, TUG, Lequesne e índice de resposta OMERACT-OARSI em 1 e 3 meses; bem como VAS aos 3 meses e eventos adversos (EAs). O teste de Mann-Whitney U e o teste exato Fisher foram utilizados com alfa = 5% e poder = 80% em uma análise de intenção de tratar. Os desfechos contínuos foram relatados como média ± desvio padrão. Resultados: 18 pacientes (9 em cada grupo), idade de 60.6±8.7 com 33.3% homens. Não houve diferença significativa entre grupos em qualquer variável. F-ESWT não foi superior ao placebo em 1 mês: VAS = -2,97 ± 3,18 e -2,68 ± 2,33 cm, respectivamente, p = 0,96. Somente o TUG no 1º mês foi significativo: 9.09 ± 2.30 e 11.01 ± 2.85 seg, p = 0.01. Conclusão: f-ESWT não foi superior ao placebo para osteoartrose de joelhos. Este estudo foi insuficiente para detectar diferenças. Novos estudos devem usar WOMAC A (subescala dor) como desfecho primário e recrutar 92 pacientes.


Palavras-chave: Ondas de Choque de Alta Energia, Osteoartrite do Joelho, Avaliação da Deficiência

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