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Análise da atividade muscular do tornozelo de idosos e jovens

Ankle electromyography among the young and the elderly

Roberta Sillis1; Lucas Barbosa de Souza2; Leslie Andrews Portes3; Fabio Marcon Alfieri4

Acta Fisiátr.2014;21(3):132-134

O envelhecimento altera a função musculoesquelética prejudicando a marcha e a manutenção do equilíbrio corporal. Objetivo: Verificar e comparar a atividade eletromiográfica (EMG) da região do tornozelo de idosos e jovens fisicamente ativos. Método: Participaram deste ensaio 40 indivíduos de ambos os sexos considerados fisicamente ativos mediante o Questionário Internacional de Atividade Física - IPAQ (formato curto). Não participaram do estudo aqueles com algum tipo de condição clínica que afetasse o equilíbrio e contração muscular. Avaliou-se a atividade eletromiográfica (EMG) dos músculos tibial anterior e tríceps sural na posição bipodal (BA) e unipodal (UA), com olhos abertos. Para a captação dos sinais EMG foram utilizados eletrodos monopolares de superfície Ag/AgCl da KENDALL (MEDITRACETM 200). O teste t de Student foi utilizado para a comparação entre os grupos. O nível de significância adotado foi p < 0,05. Resultados: Os idosos exibiram valores superiores quanto a frequência de potenciais de ação em 3 das 4 condições avaliadas. Conclusão: Os idosos deste estudo exibiram maior frequência de disparos e recrutamento de unidades motoras dos músculos do tornozelo para a manutenção das posturas unipodal e bipodal, em comparação aos jovens.


Palavras-chave: Eletromiografia, Equilíbrio Postural, Idoso

Cervicalgia: reabilitação

Neck pain: rehabilitation

Paula Domingues Delfino; Danielle Bianchini Rampim; Fabio Marcon Alfieri; Luis Carlos Onoda Tomikawa; Gustavo Fadel; Patrick Raymond Nicolas Andre Ghislain Stump; Satiko Tomikawa Imamura; Marta Imamura; Linamara Rizzo Battistella

Acta Fisiátr.2012;19(2):73-81


Palavras-chave:

Como o estilo de vida tem sido avaliado: revisão sistemática

How life style has been evaluated: a systematic review

Elias Ferreira Pôrto1; Claudia Kümpel1; Antônio Adolfo Mattos de Castro2; Isis Modesto de Oliveira3; Fábio Marcon Alfieri4

Acta Fisiátr.2015;22(4):199-205

O estilo de vida corresponde ao conjunto de hábitos e costumes que são influenciados e modificados que podem contribuir para a promoção da saúde. Objetivo: Realizar uma revisão sobre os métodos que têm sido utilizados para a avaliação do estilo de vida, assim como identificar o que tem sido considerado como estilo de vida saudável. Método: Este estudo consistiu em uma revisão sistemática sobre os possíveis métodos de avaliação do estilo de vida e hábitos que são considerados estilo de vida saudável. A pesquisa foi realizada nas bases de dados nacionais e internacionais: LILACS, MEDLINE, PubMed e SciELO, e busca livre no Google acadêmico, como os seguintes descritores: "estilo de vida" "estilo de vida saudável". Resultados: foram encontrados 142 artigos, sobre estilo de vida saudável, 105 não preencheram os critérios estabelecidos, 28 foram considerados elegíveis e foram incluídos no estudo, 10 tinham amostra randomizados, e um pseudo-randomizada, 17 não havia aleatorização no processo. Entre os artigos selecionados havia quatro propostas para validar instrumentos de avaliação de estilo de vida, e uma revisão sistemática. Os instrumentos utilizados nestes estudos não eram muito confiáveis para avaliar estilo de vida, os métodos destes apresentaram baixa responsividade. Conclusão: Podemos concluir que o estilo de vida saudável deve ser iniciado precocemente e continuar durante toda a vida, e as principais ações relacionadas a um estilo de vida saudável, controle de parâmetros metabólico, realizar atividades física, e alimentação saudável, entretanto os instrumentos de avaliação do estilo de vida ainda são pobre na capacidade de resposta.


Palavras-chave: Estilo de Vida, Questionários, Avaliação

Comparação dos efeitos de exercícios resistidos versus cinesioterapia na osteoartrite de joelho

Comparison of the effects of resistance exercise versus kinesiotherapy in knee osteoarthritis

Natália Cristina de Oliveira1; Sandoval Vatri2; Fabio Marcon Alfieri3

Acta Fisiátr.2016;23(1):7-11

O aumento da expectativa de vida de diversas populações coloca a osteoartrite (OA) como uma importante questão de saúde pública, por se tratar de uma doença crônica muito prevalente e que lidera as causas de dor e incapacidade entre adultos e idosos. Objetivo: Comparar a dor, mobilidade, capacidade funcional e força de indivíduos com OA de joelhos submetidos a dois tipos de intervenção: exercício resistido (GER) e cinesioterapia (GCI). Métodos: Tratou-se de um ensaio clínico prospectivo, randomizado e simples-cego do qual participaram 30 pacientes com OA de joelhos, adultos de ambos os sexos. Os voluntários foram avaliados quanto à dor, rigidez articular, funcionalidade, mobilidade funcional e força, por um avaliador cego, antes e após as intervenções. Por meio de sorteio simples, os participantes foram aleatoriamente direcionados a um dos 2 grupos de intervenção, e submetidos a 15 sessões de tratamento, com duração de 30 minutos cada, 2 vezes por semana. Resultados: Ambas as intervenções promoveram melhorias significantes em todas as variáveis avaliadas, e não houve relato de nenhum efeito adverso ao longo da pesquisa. Conclusão: Tanto o exercício resistido como a cinesioterapia são eficazes para melhorar a dor, rigidez articular, funcionalidade, mobilidade funcional e força de pacientes com OA de joelhos.


Palavras-chave: Osteoartrite do Joelho, Exercício, Reabilitação

Controle postural e o medo de cair em idosos fragilizados e o papel de um programa de prevenção de quedas

Postural control and the fear of falling in frail elderly and the role of a falls prevention program

Haviley de Oliveira Martins1; Karoline Mayara de Aquiles Bernardo2; Maristela Santini Martins3; Fabio Marcon Alfieri4

Acta Fisiátr.2016;23(3):113-119

Objetivo: Verificar e analisar os efeitos produzidos por um programa de exercícios físicos multissensoriais associados a orientações sobre prevenção de quedas, sobre o controle postural e medo de cair em idosos frágeis, atendidos em um serviço de reabilitação. Métodos: Uma amostra de 105 indivíduos com idade igual ou superior a 60 anos de ambos os sexos foi recrutada no momento da triagem na Policlínica para atendimento de suas comorbidades do sistema osteoarticular. Os voluntários foram submetidos às avaliações: Timed Up and Go (TUG); Teste de apoio Unipodal; Berg Balance Test; e a Escala Internacional de Eficácia de Quedas (FES-I). Foram convidados a participar de um programa terapêutico os que apresentavam fragilidade e risco de queda. O programa de prevenção de quedas consistiu em duas sessões de orientação sobre prevenção e riscos de quedas e 10 sessões de exercícios multissensoriais. Os dados foram analisados com ajuda do pacote estatístico Graphy Pad In Stat usando os testes t de Student ou Wilcoxon (p < 0,05). Resultados: Dos 28 idosos que aderiram o grupo, 24 participaram de todas as sessões. Reavaliados após a conclusão do programa, os idosos apresentaram melhoras significantes nos testes: TUG, Apoio Unipodal, Escala de Berg, FES-I. Conclusão: Pode-se concluir que o programa de intervenção para prevenção de quedas proporcionou melhoras sobre o controle postural bem como diminuição no medo de cair destes idosos.


Palavras-chave: Idoso Fragilizado, Exercício, Equilíbrio Postural, Acidentes por Quedas/prevenção & controle

Controle postural no envelhecimento: um estudo comparativo entre Brasil e Espanha

Postural control in aging: a comparative study among Brazil and Spain

Fábio Marcon Alfieri1; Marcelo Riberto2; Carla Paschoal Corsi Ribeiro3; Maria Àngels Abril Carreres4; Linamara Rizzo Battistella6; Roser Garreta Figuera5

Acta Fisiátr.2009;16(4):203-205

O envelhecimento traz consigo alterações nos sistemas sensoriais e músculo-esquelético, que juntos alteram o controle postural dos idosos. O objetivo deste estudo foi o de verificar e comparar o controle postural de idosos da cidade de São Paulo - Brasil, com idosos que vivem em Terrassa (Barcelona)- Espanha. Participaram da pesquisa, 36 idosos brasileiros (69,61±5,3 anos) e 33 idosos espanhóis (69,72±4,6 anos) considerados saudáveis, recrutados a partir de dois serviços de reabilitação. Os voluntários realizaram avaliações pertinentes ao controle postural por meio do teste Timed up and go e bateria de testes de Guralnik. Os dados foram analisados por meio do teste t e os resultados mostram que os grupos são semelhantes quanto a idade e a composição corporal, porém o grupo do Brasil apresentou melhores resultados nas duas avaliações realizadas quando comparado com o grupo da Espanha. Concluise que os indivíduos brasileiros deste estudo apresentaram melhor desempenho na realização dos testes sobre controle postural.


Palavras-chave: Equilíbrio Postural, Envelhecimento da População, Grupos Étnicos

Efeitos da geoterapia e fitoterapia associadas à cinesioterapia na osteoartrite de joelho: estudo randomizado duplo cego

Effects of geotherapy and phytotherapy associated with kinesiotherapy in the knee osteoarthritis: randomized double blind study

Katleen Arthur1; Ligia Carla do Nascimento1; Delize Alves da Silva Figueiredo2; Lucas Barbosa de Souza2; Fábio Marcon Alfieri3

Acta Fisiátr.2012;19(1):11-15

A geoterapia é o uso terapêutico de argilas, que são definidas como materiais naturais terrosos que possuem em sua composição diferentes tipos de minerais.
OBJETIVO: Este trabalho teve como objetivo comparar a dor, mobilidade, descarga de peso e prejuízos funcionais em indivíduos com osteoartrite de joelho, submetidos a dois tipos de tratamentos fisioterapêutico: grupo de geoterapia associada a cinesioterapia (GGC) e grupo de geoterapia associada a fitoterapia e cinesioterapia (GGFC).
MÉTODO: O estudo foi um ensaio clínico randomizado duplo-cego no qual participaram 25 indivíduos de ambos os sexos com idade acima de 43 anos. Ambos submetidos a 10 sessões com duração de 45 minutos. Os indivíduos realizaram as avaliações para verificação da dor pela Escala visual analógica (EVA), para avaliar a mobilidade funcional o teste Timed Up and Go (TUG), para avaliar a incapacidade e sintomas o Questionário Algo funcional de Lequesne, e para medir a descarga de peso entre os membros o Nintendo Wii Fit®.
RESULTADOS: Mostraram que apenas o GGFC obteve melhora da mobilidade funcional. Ambos os grupos melhoraram a intensidade da dor e sintomas após a intervenção sendo que a melhora do GGFC foi superior ao GGC em relação aos sintomas da OA. Ambos os grupos não mostraram melhoras quanto à descarga de peso.
CONCLUSÃO: A geoterapia e fitoterapia associada à cinesioterapia podem ser benéficas quanto à redução da dor e prejuízos funcionais associados à OA de joelho.


Palavras-chave: argila, fitoterapia, osteoartrite do joelho, terapia por exercício

Escalada terapêutica: uma possibilidade de intervenção para crianças com paralisia cerebral

Therapeutic climbing: a possibility of intervention for children with cerebral palsy

Huayna Gabriel Barrios Koch1; Gabriela de Oliveira Peixoto2; Rita Helena Duarte Dias Labronici3; Natália Cristina de Oliveira Vargas e Silva4; Fabio Marcon Alfieri5; Leslie Andrews Portes6

Acta Fisiátr.2015;22(1):30-33

A escalada terapêutica, uma adaptação da "Escalada Esportiva", pode promover melhoria da coordenação motora, do equilíbrio e resistência muscular. Objetivo: Avaliar o efeito dessa intervenção na força de preensão manual, controle postural, mobilidade funcional e controle da espasticidade de crianças com paralisia cerebral. Método: Estudo do tipo série de casos, descritivo, com 7 pacientes com idade de 9,6 ± 3,7 anos, que passaram por sessões de escalada terapêutica, 1 hora/sessão, duas vezes/semana. Resultados: Após 19 sessões foi verificado aumento de força na mão direita (p = 0,022) e melhoria do equilíbrio estático e da marcha (p = 0,007). Observou-se também melhora da mobilidade funcional (p = 0,014). O escore na escala Ashworth modificada mostrou controle eficiente da espasticidade, ainda que a diferença não tenha atingido significância estatística. Conclusão: A escalada terapêutica melhorou a força de preensão manual, o controle postural e a mobilidade funcional dos pacientes.


Palavras-chave: Criança, Paralisia Cerebral, Modalidades de Fisioterapia

Estudo comparativo entre a Escala de Equilíbrio de Berg, o Teste Timed Up & Go e o Índice de Marcha Dinâmico quando aplicadas em idosos hígidos

Comparative study of the Berg Balance Scale, Timed Up & Go Test and Dynamic Gait Index applied to healthy elderly individuals

Carolina Rodini1; Luana Talita Diniz Ferreira1; Gemal Emanuel Pirré1; Marisa Hino2; Fabio Marcon Alfieri 3; Marcelo Riberto 4; Maria Cecília dos Santos Moreira5

Acta Fisiátr.2008;15(4):267-268

Os distúrbios do equilíbrio compõem um dos fatores etiológicos centrais das quedas e da instabilidade em idosos, podendo levar a incapacidade funcional e dependência e, por isso vêm sendo utilizados como marcadores de fragilidade. Considerando que a prevenção e a reabilitação do declínio do equilíbrio em idosos requerem o desenvolvimento de protocolos de pesquisa adequados para se medir a função do equilíbrio, este trabalho teve como objetivo analisar e comparar a eficácia de três instrumentos de avaliação utilizados para identificar o risco de queda em idosos. Para isso, a Escala de equilíbrio de Berg (EEB), o Teste Timed Up & Go (TUG) e o Índice de Marcha Dinâmico (IMD) foram aplicados em sete idosos hígidos. A análise dos resultados revelou que as escalas utilizadas são de fácil aplicação e entendimento, não havendo necessidade de treinamento do avaliador. No entanto, como as três escalas avaliam aspectos distintos, foi possível identificar, na população avaliada, risco de queda aumentado em quatro idosos apenas por meio do IMD.


Palavras-chave: idoso, marcha, equilíbrio musculosquelético, postura, escalas

Exercícios resistidos na osteoartrite: uma revisão

Resistance exercise in osteoarthritis: a review

Natália Cristina de Oliveira1; Fabio Marcon Alfieri2

Acta Fisiátr.2014;21(3):141-146

A osteoartrite é a doença articular mais comum em nível mundial, e no Brasil estima-se que ela afeta de 6 a 12% dos adultos e mais de um terço dos idosos. Há evidências de que o exercício, especialmente o resistido, pode reduzir a progressão da doença. Objetivo: Revisar na literatura os trabalhos sobre exercícios resistidos como forma de tratamento da osteoartrite. Método: Foram revisados artigos indexados na base de dados PubMed, com aplicação do filtro "therapy narrow" da interface "clinical queries". Vinte artigos foram selecionados para revisão na íntegra. Várias modalidades de intervenção com exercício resistido, de diferentes intensidades, duração e velocidades de execução foram estudadas por outros autores. Resultados: Todas as formas de exercício resistido parecem ser seguras e eficazes para promover melhorias funcionais e redução da dor em pacientes com osteoartrite. Exercícios em baixa intensidade ou em isometria também podem promover benefícios aos pacientes. Conclusão: A adesão aos programas é próxima de 50% e a utilização combinada de suplementos ou medicamentos com o exercício ainda foi pouco estudada até o momento nesta população.


Palavras-chave: Osteoartrite, Exercício, Reabilitação

Hérnia de disco lombar: tratamento

Lumbar disc herniation: treatment

Lilian Braighi Carvalho, Aline Oyakawa; Renato Silva Martins; Pedro Claudio Gonsales de Castro; Luísa Moares Nunes Ferreira; Julia Santos Assis de Melo; Tays Rodrigues Dilda; Fábio Marcon Alfieri; Marta Imamura; Chennyfer Dobbins Paes da Rosa; Wanderley Marques Bernardo; Linamara Rizzo Battistella

Acta Fisiátr.2013;20(2):75-82


Palavras-chave:

Influência do tratamento por ondas de choque sobre a dor em mulheres portadoras de osteoartrite de joelho

Influence of shockwave therapy on pain in women with knee osteoarthritis

Marta Imamura1; Fabio Marcon Alfieri2; Pérola Grinberg Plapler3; Wu Tu Hsing4; Linamara Rizzo Battistella5

Acta Fisiátr.2015;22(2):83-86

A osteoartrite é a doença articular mais comum causando dores em seus portadores. Diversos tratamentos podem ser usados, dentre eles o de ondas de choque. Objetivo: Observar a influência do tratamento por ondas de choque na intensidade da dor em mulheres idosas com AO de joelho. Método: Participaram do estudo, 40 idosas (69,57 ± 6,42 anos) submetidos a tratamento semanalmente por ondas de choque com 2000 impulsos à de 2,5 a 4,0 bar, na frequência de 8Hz, no local mais doloroso à palpação da interlinha articular medial do joelho, durante três semanas consecutivas. O efeito da aplicação sobre a dor foi avaliado pela escala visual analógica antes e depois do tratamento. Resultados: Houve diminuição significante (p < 0,0001) da intensidade da dor das voluntárias, passando de 7,86 ± 1,07 cm para 5,32 ± 2,26 cm. Conclusão: A aplicação de ondas de choque mostrou-se benéfica para redução da dor em idosas portadoras de osteoatrite.


Palavras-chave: Osteoartrite do Joelho, Artralgia, Reabilitação

LER-DORT em membros superiores: reabilitação

Cumulative trauma disorders in upper limbs: rehabilitation

Gustavo Fadel; Viviane Duarte Correia; Arlete Camargo de Melo Salimene; Fábio Marcon Alfieri; Marta Imamura; Chennyfer Dobbins Paes da Rosa; Wanderley Marques Bernardo; Linamara Rizzo Battistella

Acta Fisiátr.2013;20(2):83-88


Palavras-chave:

Limiar de tolerância de dor à pressão, estilo de vida, força muscular e capacidade funcional em idosas com sarcopenia

Pressure pain threshold, lifestyle, muscle strength and functional capacity in elderly women with sarcopenia

Alessandra Rodrigues Souto Lima1; Leslie Andrews Portes2; Natália Cristina de Oliveira2; Fábio Marcon Alfieri2

Acta Fisiátr.2016;23(2):73-77

Objetivo: Avaliar o impacto desta condição sobre a força muscular, capacidade funcional, estilo de vida e limiar de tolerância de dor à pressão. Métodos: Idosas consideradas saudáveis (n = 75) de 60 a 75 anos (66,8 ± 4,6 anos) foram estudadas em um desenho observacional e transversal. Foram excluídas as que apresentavam dor maior do que 4 na Escala Visual Analógica (EVA) e que utilizavam medicação analgésica e/ou anti-inflamatória. A composição corporal e a presença de sarcopenia foram avaliadas por meio de impedância bioelétrica. Foram constituídos dois grupos: CO - grupo controle (n = 51) e SARC - grupo sarcopenia (n = 24, índice de massa muscular menor que 6,86 kg/m2). Resultados: A capacidade funcional foi determinada pelo Teste de Caminhada de 6 minutos (TC6min), e a força de preensão manual e de flexão dos cotovelos por dinamometria. O estilo de vida foi avaliado pelo questionário FANTASTICO. O limitar de tolerância à dor foi determinado por algometria. Os dados foram analisados por meio do teste t de Student (p < 0,05). CO e SARC não diferiram quanto à idade, percentual de gordura corporal, estilo de vida, TC6min, força de flexão dos cotovelos e em praticamente todos os pontos analisados pela algometria. Entretanto, foram verificadas diferenças estatisticamente significantes entre os grupos em relação à força de preensão manual e na algometria da inserção direita do bíceps braquial. Conclusão: Idosas com significante redução de massa muscular não exibem prejuízos em relação à funcionalidade e sensação de dor muscular e tendínea, provavelmente por uma condição pré-sarcopênica.


Palavras-chave: Envelhecimento, Força Muscular, Aptidão Física, Limiar da Dor, Sarcopenia

Lombalgia inespecífica crônica: reabilitação

Chronic lumbar pain: rehabilitation

Roberto Del Valhe Abi Rached; Chennyfer Dobbins Paes da Rosa; Fabio Marcon Alfieri; Silvia Maria Camillo Amaro; Bruno Nogueira; Luciana Dotta; Marta Imamura; Linamara Rizzo Battistella

Acta Fisiátr.2012;19(2):99-113


Palavras-chave:

Neuroplasticidade e recuperação funcional na reabilitação pós-acidente vascular encefálico

Neuroplasticity and functional recovery in rehabilitation after stroke

Thais Raquel Martins Filippo1; Fabio Marcon Alfieri1; Flavio Rodrigo Cichon1; Marta Imamura1; Linamara Rizzo Battistella2

Acta Fisiátr.2015;22(2):93-96

O conceito de reabilitação no acidente vascular encefálico (AVE) atualmente é baseado em evidências da neuroplasticidade, considerada responsável pela recuperação após AVE. A escassez de informações na literatura e, principalmente, de métodos que avaliem especificamente a neuroplasticidade não condiz com a sua importância funcional. A literatura aborda, geralmente, as avaliações funcionais dos membros após o AVE e poucos estudos se concentram no comprometimento cerebral. Objetivo: Revisar a literatura para avaliar os programas de reabilitação atuais em AVE e seu potencial para promover melhorias funcionais e plasticidade neuronal. Método: Foi realizada uma revisão de literatura com busca na base de dados do PubMed de artigos publicados de 2000 a 2015. Os descritores utilizados para a pesquisa foram: "Stroke/rehabilitation" OR "Stroke/therapy" AND "Neuronal Plasticity". Resultados: Foram encontrados 86 estudos, 36 foram classificados como Therapy/Narrow, sendo 17 artigos excluídos por não preencherem os critérios de inclusão ou por não apresentarem tema relevante à pesquisa. Após a seleção por título e resumo, 19 artigos foram lidos na íntegra. Destes, 6 foram excluídos por não contemplarem o objetivo da presente pesquisa. No total, 13 artigos foram revisados. Dentre estes 13 artigos, os instrumentos de avaliação variaram entre a ressonância magnética funcional, estimulação magnética transcraniana e tomografia computadorizada por emissão de fóton único (SPECT). As intervenções utilizadas foram específicas para os membros superiores, exceto por um artigo que teve a intervenção através da terapia de oxigênio hiperbárica. Conclusão: Poucos estudos avaliam a plasticidade neuronal na reabilitação do AVE, e a maioria dos artigos apresentou melhorias tanto funcionais quanto na neuroplasticidade. Entretanto, maiores estudos devem investigar e correlacionar ambos os aspectos na reabilitação dos pacientes com AVE.


Palavras-chave: Acidente Vascular Cerebral, Plasticidade Neuronal, Reabilitação

Síndrome do manguito rotador: reabilitação

Rotator cuff syndrome: rehabilitation

Roberto Abi Rached; Danielle Bianchini Rampim; Rafael Hossamu Yamauti; Meyre Sato Azeka; Renata Moraes dos Santos; Beatriz Guidolin; Pericles Tey Otani; Ricardo Bocatto Oliveira; Carolina Pastorin Castineira; Fernanda Martins; Fábio Marcon Alfieri; Sandra Alamino Felix de Moraes; Chennyfer Dobbins Paes da Rosa; Marta Imamura; Linamara Rizzo Battistella; Wanderley Marques Bernardo

Acta Fisiátr.2013;20(2):96-105


Palavras-chave:

Unidade de quedas: uma possibilidade de prevenção de quedas em idosos

Unit of falls: a possibility of prevention falls in elderly

Linamara Rizzo Battistella1; Fábio Marcon Alfieri2

Acta Fisiátr.2011;18(1):45-48

As quedas são um problema de saúde pública entre os idosos. Como o envelhecimento populacional está ocorrendo rapidamente, são desejáveis intervenções nesta questão. O objetivo desta reflexão foi o de relatar um exemplo de uma Unidade de Quedas do Hospital Universitário Mútua de Terrassa/Barcelona/Espanha. Esta unidade possui atividades de avaliação e orientação dos fatores de risco de quedas e programa de exercícios para indivíduos com história de quedas, bem como para aqueles que possuem riscos de quedas. Acreditamos que programas como este que apresentam viabilidade operacional são necessários e devem ser incorporados por hospitais e centros de saúde para que haja diminuição das quedas e suas conseqüências.


Palavras-chave: Idoso, Equilíbrio Postural, Acidentes por Quedas, Prevenção de Acidentes

Uso de testes clínicos para verificação do controle postural em idosos saudáveis submetidos a programas de exercícios físicos

Use of clinical tests for verification of postural control in healthy elderly submitted to physical exercise programs

Fábio Marcon Alfieri1; Marcelo Riberto2; Lucila Silveira Gatz3; Carla Paschoal Corsi Ribeiro4; Linamara Rizzo Battistella5

Acta Fisiátr.2010;17(4):153-158

O controle postural no envelhecimento diminui e a prática de exercícios físicos pode melhorar esta importante função. A fim de medir estas possíveis melhoras, podem ser usados diversos testes. O objetivo deste estudo foi o de analisar o uso de testes clínicos de medidas indiretas para verificar as alterações sobre o controle postural de idosos saudáveis submetidos a programas de exercícios físicos. O desenho do estudo foi um ensaio clínico simples-cego e aleatorizado com braços paralelos. Participaram da pesquisa 46 idosos divididos aleatoriamente em dois grupos de exercícios: multissensoriais (GMS, n=23, 68,8±5,9 anos) e de fortalecimento (treino resistido) (GR, n=23, 70,18±4,8). Ambos os grupos realizaram 12 semanas (2dias/semana, 50m/dia) de exercícios. Para avaliação do controle postural foram utilizados os testes: Timed up and go (TUG), teste de apoio unipodal, bateria de testes de Guralnik e escala de equilíbrio funcional de Berg. Os indivíduos do GMS apresentaram melhora significativa nos testes TUG e bateria de testes de Guralnik e o GR não apresentou melhora em nenhum dos testes. A melhora no tempo de execução do teste TUG do GMS que foi de 9,1±8,04 para 8,0±1,0 segundos após a intervenção, foi estatisticamente superior ao resultado do GR. Acreditamos que o teste TUG e a bateria de testes de Guralnik são boas opções para avaliar o controle postural de idosos submetidos a programas de intervenção. Embora o TUG não possa ter seu tempo diminuído indefinidamente, permite verificar até mesmo dentro de um tempo de normalidade, alterações promovidas por exercícios físicos.


Palavras-chave: Envelhecimento, Exercício, Equilíbrio Postural, Avaliação

Uso de um ambiente de realidade virtual para reabilitação de acidente vascular encefálico

Use of interactive video game for stroke rehabilitation

Lucas Barbosa de Souza1; Chennyfer da Rosa Paino Paim2; Marta Imamura2; Fabio Marcon Alfieri3

Acta Fisiátr.2011;18(4):217-221

O acidente vascular encefálico (AVE) é uma condição clínica isquêmica ou hemorrágica que compromete o sistema nervoso central e pode desencadear déficits motores e cognitivos. Muitas pesquisas são feitas para buscar formas de amenizar os sintomas e recuperar o máximo de funções dos indivíduos. Atualmente, as últimas tendências da reabilitação são explorar o avanço tecnológico e aparelhos de realidade virtual, como o Nintendo Wii®.
OBJETIVO: Identificar os resultados funcionais obtidos na reabilitação de indivíduos com AVE utilizando a interface de jogos do Nintendo Wii®.
MÉTODO: Para esta revisão da literatura foram selecionados artigos dos bancos de dados MEDLINE, PubMed e biblioteca Cochrane pela estratégia PICO. Os descritores usados foram: User-Computer Interface AND Stroke AND Rehabilitation.
RESULTADOS: De 229 artigos encontrados, apenas três foram utilizados nessa revisão, pois apresentavam relação direta ente Wii e AVE. Todos os trabalhos apresentaram benefícios motores, como melhora da coordenação e da agilidade de membros superiores com o uso do Wii associado a terapias convencionais, como a fisioterapia e terapia ocupacional.
CONCLUSÃO: Novos estudos devem ser realizados com o Wii e as novas tecnologias de realidade virtual que surgem a cada dia a fim de melhorar o nível de evidência científica quanto ao uso destes recursos na reabilitação de indivíduos portadores de sequela de AVE.


Palavras-chave: acidente vascular cerebral, interface usuário-computador, reabilitação

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