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Epidemiologia da paralisia cerebral

Cerebral palsy epidemiology

Tamara Rodrigues Pato1; Thais Rodrigues Pato2; Daniel Rúbio de Souza3; Heitor Pons Leite4

Acta Fisiátr.2002;9(2):71-76

INTRODUÇÃO: existe grande interesse em encontrar um fator etiológico determinante para a paralisia cerebral, pois seria possível realizar uma abordagem profilática para a doença. Na literatura são acusados diversos fatores de risco, e muitos autores sugerem que seja uma doença multifatorial.Também se pesquisou sobre possíveis fatores protetores, expectativa de vida e principais causas de morte, visando encontrar possíveis formas de prevenção de acidentes ou de melhora de qualidade de vida.
MATERIAIS E MÉTODOS: revisão sistemática da literatura, baseada em 40 artigos encontrados nos sites da Bireme, Lilacs e Pubmed, além de dois livros de edição recente.
RESULTADOS: os fatores de risco mais citados foram hipóxia perinatal, prematuridade e infecção materna intra-uterina. Outros fatores apontados são gestação múltipla, corioamnionite e trombofilia. O uso de corticóide no período antenatal foi referido como fator protetor. Alguns autores também referem pré-eclâmpsia e a administração de sulfato de magnésio, entretanto, ainda há controvérsias.As principais causas de morte apontadas foram as respiratórias, principalmente as pneumonias. Outras causas são obstrução intestinal (como volvo), afogamentos e atropelamentos.
CONCLUSÃO: não existe um fator determinante específico para a paralisia cerebral (PC). A hipóxia e a isquemia perinatal têm maior contribuição que outros fatores, mas dependem da intensidade e do período em que ocorrem. Os trabalhos sobre fatores protetores são insuficientes para confirmar sua real eficácia. A principal causa de morte são as doenças respiratórias. É possível reduzir a incidência de afogamentos e atropelamentos por meio de orientação e reabilitação.


Palavras-chave: Paralisia cerebral/etiologia. Paralisia cerebral/epidemiologia. Expectativa de vida.

Lesão medular: reabilitação

Spinal Cord injury: rehabilitation

Marina da Paz Takami; Carmem Silvia Figliolia; Gracinda Rodrigues Tsukimoto; Maria Cecilia dos Santos Moreira; Simone Ferraz; Sofia Bonna Boschetti Barbosa; Tatiana Amadeo Tuacek; Thiago de Oliveira Ramos; Wagner Lopes da Silva; Daniel Rubio de Souza; Marta Imamura; Linamara Rizzo Battistella

Acta Fisiátr.2012;19(2):90-98


Palavras-chave:

Modelo de reabilitação hospitalar após acidente vascular cerebral em país em desenvolvimento

Intensive hospital rehabilitation model for patients with stroke in a developing country

Thais Raquel Martins Filippo1; Fabio Marcon Alfieri1; Christiane Riedi Daniel2; Daniel Rubio de Souza3; Linamara Rizzo Battistella4

Acta Fisiátr.2017;24(1):44-47

Os serviços de reabilitação intensiva para os sobreviventes de acidente vascular cerebral (AVC) com tratamento padronizado são desejáveis porque esses programas de reabilitação contribuem para a melhoria funcional em contextos com menos recursos. Objetivo: Verificar se o programa de reabilitação hospitalar contribui para a melhora da funcionalidade em indivíduos com sequela de AVC. Método: Trata-se de um estudo transversal retrospectivo dos primeiros (2009-2010) e últimos 100 (2014-2015) pacientes neurológicos consecutivos admitidos na Rede de Reabilitação Lucy Montoro (Unidade Morumbi). Para esta análise, os pacientes foram analisados no dia da admissão e no dia de alta, utilizando a Escala de Rankin modificada (mRS). Para a comparação dos resultados foi utilizado o teste t para amostras independentes. A análise intragrupal com base no mRS foi realizada com o teste não paramétrico de Wilcoxon. Por outro lado, a análise intergrupos utilizou o teste não paramétrico de MannWhitney. O nível de significância para todos os testes estatísticos foi p <0,05. Os resultados funcionais < 3 na alta foram considerados favoráveis. Resultados: As Pontuações de Rankin modificadas (mRS) foram avaliadas imediatamente antes do início das terapias e na alta dos pacientes. O escore mRS mediano na admissão foi de 4 e 3 no momento da alta (p=0,0001), após 4 a 6 semanas no programa de AVC para ambos os grupos. Conclusão: O modelo de admissão em um serviço de reabilitação hospitalar que inclui terapias multidisciplinares promove ganhos funcionais em indivíduos com sequelas de AVC e ressaltase que esses ganhos são obtidos em um curto espaço de tempo.


Palavras-chave: Acidente Vascular Cerebral, Serviços de Reabilitação, Pacientes Internados, Avaliação de Resultados (Cuidados de Saúde)

Modelo intensivo de reabilitação na síndrome de Guillain-Barré: um relato de caso

Intensive rehabilitation model in Guillain-Barre syndrome: a case report

Flavio Tanouye Montini1; Daniel Rubio de Souza2; Fernando de Quadros Ribeiro3; Linamara Rizzo Battistella4

Acta Fisiátr.2016;23(1):42-45

Existem poucas informações na literatura médica sobre a reabilitação de pacientes com a Síndrome de Guillain-Barré (SGB). Há estudos clínicos que demonstram a eficácia do programa de reabilitação por meio de uma equipe interdisciplinar, porém sem protocolos bem definidos e apenas realizados em regime ambulatorial. Este relato de caso tem como objetivo descrever a evolução de um paciente com SGB, durante o programa de reabilitação multiprofissional intensivo em regime de internação, discutindo as possibilidades terapêuticas para reabilitação da doença.


Palavras-chave: Síndrome de Guillain-Barré/reabilitação, Paresia, Quadriplegia, Robótica

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