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Avaliação da qualidade de vida de portadores de insuficiência cardíaca congestiva e sua correlação com a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde

Assessment of quality of life in patients with congestive heart failure and its correlation with the International Classification of Functioning, Disability, and Health

Renata Souza Zaponi1; Andersom Ricardo Frez2; Cintia Teixeira Rossato Mora3; João Afonso Ruaro4; Christiane Riedi Daniel5

Acta Fisiátr.2015;22(3):105-110

Objetivo: Avaliar a qualidade de vida de pacientes com insuficiência cardíaca e correlacionar com a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF). Método: Trata-se de um estudo transversal, com amostra de 19 pacientes, com idade média de 66,28 ± 10,93 anos cuja qualidade de vida foi avaliada através do questionário de qualidade de vida Minnesota Living with Heart Failure Questionnaire (MLHFQ), sendo que para cada questão foi determinado uma categoria da CIF e estes resultados foram correlacionados. Resultados: A média do escore do questionário MLHFQ foi de 61,21 ± 17,56. Verificou-se correlação positiva entre a qualidade de vida e fração de ejeção do ventrículo esquerdo (r = 0,75; p = 0,0006), fato que não ocorreu ao comparar a qualidade de vida com a classe funcional. Observou-se alta correlação entre as respostas dos pacientes e a avaliação do fisioterapeuta utilizando a CIF. Conclusões: O questionário MLFHQ contempla as exigências da CIF, possuindo alta correlação entre as respostas de ambos, sendo considerado global, o que possibilita o emprego destes instrumentos na avaliação de pacientes com insuficiência cardíaca congestiva (ICC).


Palavras-chave: Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde, Insuficiência Cardíaca, Qualidade de Vida

Modelo de reabilitação hospitalar após acidente vascular cerebral em país em desenvolvimento

Intensive hospital rehabilitation model for patients with stroke in a developing country

Thais Raquel Martins Filippo1; Fabio Marcon Alfieri1; Christiane Riedi Daniel2; Daniel Rubio de Souza3; Linamara Rizzo Battistella4

Acta Fisiátr.2017;24(1):44-47

Os serviços de reabilitação intensiva para os sobreviventes de acidente vascular cerebral (AVC) com tratamento padronizado são desejáveis porque esses programas de reabilitação contribuem para a melhoria funcional em contextos com menos recursos. Objetivo: Verificar se o programa de reabilitação hospitalar contribui para a melhora da funcionalidade em indivíduos com sequela de AVC. Método: Trata-se de um estudo transversal retrospectivo dos primeiros (2009-2010) e últimos 100 (2014-2015) pacientes neurológicos consecutivos admitidos na Rede de Reabilitação Lucy Montoro (Unidade Morumbi). Para esta análise, os pacientes foram analisados no dia da admissão e no dia de alta, utilizando a Escala de Rankin modificada (mRS). Para a comparação dos resultados foi utilizado o teste t para amostras independentes. A análise intragrupal com base no mRS foi realizada com o teste não paramétrico de Wilcoxon. Por outro lado, a análise intergrupos utilizou o teste não paramétrico de MannWhitney. O nível de significância para todos os testes estatísticos foi p <0,05. Os resultados funcionais < 3 na alta foram considerados favoráveis. Resultados: As Pontuações de Rankin modificadas (mRS) foram avaliadas imediatamente antes do início das terapias e na alta dos pacientes. O escore mRS mediano na admissão foi de 4 e 3 no momento da alta (p=0,0001), após 4 a 6 semanas no programa de AVC para ambos os grupos. Conclusão: O modelo de admissão em um serviço de reabilitação hospitalar que inclui terapias multidisciplinares promove ganhos funcionais em indivíduos com sequelas de AVC e ressaltase que esses ganhos são obtidos em um curto espaço de tempo.


Palavras-chave: Acidente Vascular Cerebral, Serviços de Reabilitação, Pacientes Internados, Avaliação de Resultados (Cuidados de Saúde)

Uso do teste de caminhada de seis minutos para avaliar a capacidade de deambulação em pacientes com acidente vascular cerebral

Using the six minute walk test to evaluate walking capacity in patients with stroke

Christiane Riedi Daniel1; Linamara Rizzo Battistella2

Acta Fisiátr.2014;21(4):195-200

O teste de caminhada de 6 minutos (TC6) mede a distância máxima que uma pessoa pode caminhar em 6 minutos. O teste está ganhando popularidade porque avalia a capacidade do estado funcional dos pacientes com diferentes patologias e é considerando simples, seguro, válido, barato e não invasivo. Objetivo: O objetivo desta revisão foi investigar a aplicabilidade do teste de caminhada de seis minutos em sobreviventes de AVC. Método: A pesquisa bibliográfica foi realizada na base de dados MedLine (PubMed) de 1 de Janeiro de 2000 a Abril, 16 2013 Os termos de pesquisa utilizados foram AVC (acidente vascular cerebral e/ou hemiplegia) e caminhada (limitação da mobilidade). O primeiro autor revisou os títulos e/ou resumos de artigos encontrados e determinou relevância para a revisão. Cópias de texto completo de artigos relevantes foram obtidas. Após a leitura foram selecionados os artigos mais relevantes. Apenas artigos escritos em Inglês foram incluídos nesta revisão. Resultados: Os 31 estudos incluídos foram divididos em 9 estudos de ensaio clinico randomizado, 2 estudos caso-controle, 5 estudos prospectivos e 15 estudos transversais e envolveu 1.824 pacientes sobreviventes de AVC, 146 controles saudáveis e 38 pacientes com Esclerose Múltipla. Conclusão: O TC6 é útil para avaliar a capacidade de funcional em pacientes com acidente vascular cerebral, no entanto deve ser usado em conjunto outras ferramentas de avaliação para determinar o perfil geral desses pacientes. Mais estudos são necessários para verificar os fatores que influenciam o resultado do teste e a forma de complementá-lo.


Palavras-chave: Acidente Vascular Cerebral, Hemiplegia, Limitação da Mobilidade, Caminhada

Validação da acelerometria para medida do gasto energético: revisão sistemática

Validation of accelerometry for measuring energy expenditure: a systematic review

Christiane Riedi Daniel1; Linamara Rizzo Battistella2

Acta Fisiátr.2014;21(2):87-92

OBJETIVO: Examinar a qualidade dos estudos de validação da acelerometria comparados com o consumo máximo de oxigênio (VO2máx) e como objetivo secundário apresentar as principais características dos estudos inseridos e os principais modelos de acelerômetros testados.
MÉTODO: Após pesquisa na base de dados MedLine, LILACS, Embase e CLINAHL com os descritores "Oxygen Consumption" OR "Energy Metabolism" AND "Accelerometry" AND "Validation Studies" , os dois autores realizaram a seleção dos artigos de acordo com título, leitura do resumo e do texto completo. Após a inclusão dos artigos, estes tiveram sua qualidade avaliada pela ferramenta QUADAS-2 que avalia o risco de viés e a preocupação com a aplicabilidade do teste.
RESULTADOS: Foram selecionados 11 trabalhos que se ajustaram aos critérios de inclusão. A análise QUADAS-2 mostrou que para o risco de viés houve problemas com a sua identificação principalmente no que diz respeito ao teste proposto e o padrão-ouro, em relação à aplicabilidade na maioria dos estudos o risco foi baixo. O acelerômetro mais utilizado foi o Actgraph e SenseWear Armband Pro3 que foi testado em 3 estudos.
CONCLUSÃO: Conclui-se através desta revisão sistemática que são necessárias mais informações a respeito da metodologia proposta nos estudos para classificação da qualidade dos mesmos e que a acelerometria é uma alternativa válida para medida do gasto energético em condições de atividades livres e controladas independente do tipo de acelerômetro.


Palavras-chave: Acelerometria, Consumo de Energia, Estudos de Validação

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