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Número atual: Abril 1996 - Volume 3  - Número 1

EDITORIAL

1 - Projeto de lei em tramitação no congresso subordina o atendimento médico aos interesses das segurado

Ana Valéria de Araujo Leitão

Acta Fisiátr.1996;3(1):6



Palavras-chave:

TENDÊNCIAS E REFLEXÕES

2 - Terapêutica da osteoartrose - buscando novos caminhos

Maxime Dougados

Acta Fisiátr.1996;3(1):7-9



Palavras-chave:

ARTIGO ORIGINAL

3 - Falsos negativos, falsos positivos e controvérsias no diagnóstico neurofisiológico das radiculopatias

Anthero Sarmento Ferreira

Acta Fisiátr.1996;3(1):17-19

Embora as radiculopatias sejam uma das patologias mais freqüentemente encaminhadas para a realização de Eletroneuromiografia (ENMG), seu diagnóstico nem sempre é confirmado neurofisiologicamente, e muitos pacientes com dor irradiada tipo lombociatalgia e cervicobraquialgia apresentam exames normais. Existem também controvérsias entre os próprios neurofisiologistas quanto à validade de utilização das várias técnicas disponíveis para seu diagnóstico. O objetivo deste artigo é discorrer sobre os mecanismos envolvidos na avaliação neurofisiológica das radiculopatias e sua relação com as patologias existentes na coluna vertebral e músculos que a circundam e delimitar as limitações e vantagens de sua utilização.

Palavras-chave: Radiculopatias. Eletroneuromiografia. Potencial evocado somatossensitivo. Neurofisiologia.

ARTIGO ESPECIAL

4 - O uso da cinesioterapia no pré e pós-operatório das cirurgias na articulação temporomandibular

Henrique Ayres de Vasconcellos; Antônio Eduardo de Siqueira Campos

Acta Fisiátr.1996;3(1):17-19

As condições funcionais da articulação temporomandibular (ATM) dependem do seu equilíbrio biomecânico com as estruturas do sistema estomatognático (oclusão dentária, músculos da mastigação) e demais peças músculo-articulares do crânio e da coluna cervical. No atendimento pré e pós-operatório do paciente que sofre cirurgia da ATM, a redução dos desvios funcionais de braço de alavanca, da hipotonia muscular, da contratura dos músculos da cabeça, pescoço e da mastigação facilitam as correções e melhoram a recuperação funcional da ATM com a utilização da cinesioterapia. Temos observado resultados eficientes na recuperação da dinâmica normal e redução do tempo e das seqüelas funcionais ao nível da ATM.

Palavras-chave: Articulação temporomandibular. Disfunção craniomandibular. Cirurgia na ATM. Cinesioterapia.

ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL CRÔNICO: REABILITAÇÃO

5 - Interferência do alinhamento na performance biomecânica do joelho durante a marcha em pacientes com osteoartrite*

Luci Fuscaldi Teixeira; Sandra Jean Olney

Acta Fisiátr.1996;3(1):20-29

Onze pacientes portadores de osteoartrite foram avaliados para investigar a interferência do alinhamento estático obtido através do Raio-X nas medidas cinéticas e cinemáticas da articulação do joelho durante a marcha. Um procedimento radiográfico preciso e padronizado (QPR) foi utilizado para medir o alinhamento estático do membro inferior, e um sistema óptico-eletrônico tridimensional foi utilizado para medir a performance biomecânica do joelho durante a marcha. Correlações entre as medidas angulares estáticas obtidas através do QPR com as medidas angulares dinâmicas e medidas de momentos articulares durante a marcha foram calculadas. Uma correlação significativa foi observada entre os parâmetros radiológicos, ângulos articulares e momentos de força na marcha, sugerindo que existe uma complexa intercalação entre o alinhamento estático, alinhamento dinâmico e medidas cinéticas dinâmicas. Esses achados sugerem que medidas de alinhamento estático associadas com medidas cinéticas e cinemáticas devem ser utilizadas em conjunto para melhor justificar as alterações biomecânicas na articulação do joelho em pacientes com osteoartrite.
RELEVÂNCIA
Dados de alinhamento estático e de medidas dinâmicas obtidas durante a marcha em um grupo de pacientes portadores de osteoartrite moderada do joelho são apresentados. Os achados indicam que as medidas estáticas tanto no plano coronal quanto sagital foram associadas com a intensidade dos momentos de força articulares, ângulos articulares e tempo dos eventos.

Palavras-chave: Biomecânica. Marcha. Ângulo articular. Momento de força. Joelho. Osteoartrite.

ARTIGO ORIGINAL

6 - Protocolo de avaliação funcional de joelho em patologias ortopédicas

Gilson Tanaka Shinzato; Jeane Cintra Peixoto de Vasconcelos; Cristina Tiyomi Ogawa; Isabel Cristina da Silva Prado Sampaio; Adilson Gonçalves; Elenita Magalhães Neves

Acta Fisiátr.1996;3(1):30-36



Palavras-chave: Biomecânica. Marcha. Ângulo articular. Momento de força. Joelho. Osteoartrite.

PONTO DE VISTA

7 - Atividade física e saúde

José Maria Santarem

Acta Fisiátr.1996;3(1):37-39



Palavras-chave: Biomecânica. Marcha. Ângulo articular. Momento de força. Joelho. Osteoartrite.

Número atual: Agosto 1996 - Volume 3  - Número 2

TENDÊNCIAS E REFLEXÕES

1 - Reabilitação baseada na comunidade. Uma proposta viável para o Brasil

Isabel de Loureiro Maior

Acta Fisiátr.1996;3(2):7-8



Palavras-chave: Biomecânica. Marcha. Ângulo articular. Momento de força. Joelho. Osteoartrite.

ARTIGO ORIGINAL

2 - Comparação de uma forma modificada de DuoDERM (DuoDERM Extra Fino) e um curativo convencional no tratamento de lacerações, abrasões e pequenas lesões cirúrgicas no departamento de acidentes e emergência

A. Heffernan; A.J. Martin

Acta Fisiátr.1996;3(2):9-12

Um estudo clínico de 96 pacientes comparou um novo curativo hidrocolóide (DuoDERM Extra Fino) com um curativo não aderente (curativo absorvente de película perfurada) no tratamento de lacerações, abrasões e pequenas incisões cirúrgicas no Pronto-Socorro (PS) do Hospital Faculdade da Universidade de Galway.
Enquanto que o tempo de cicatrização era semelhante para ambos os grupos, os pacientes que usaram DuoDERM Extra Fino experimentaram menos dor (P < 0,001), necessitaram menos analgesia (P = 0,0154) e puderam desempenhar suas atividades diárias normais incluindo o banho ou chuveiro sem afetar o curativo ou a ferida.
A satisfação do paciente com o novo curativo pareceu ser bastante alta, especialmente naqueles pacientes que possuíam um estilo de vida ativo.

Palavras-chave: Banhar-se. Hidrocolóide. Incisões. Lacerações. Banho de chuveiro.

ARTIGO DE ATUALIZAÇÃO

3 - Escola de coluna - experiência do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo

Tae Mo Chung

Acta Fisiátr.1996;3(2):13-17

A Escola de Coluna representa um programa educacional e terapêutico eficaz para os pacientes com afecções da coluna vertebral, principalmente as que decorrem de posturas inadequadas. Estudamos 32 pacientes tratados na escola de coluna do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. Em 89% dos casos houve melhora da dor.
66% dos pacientes, seis meses após terem participado da escola, continuavam a seguir as suas recomendações.

Palavras-chave: Escola de coluna, Lombalgia, Reabilitação.

4 - Reabilitação pulmonar na doença pulmonar obstrutiva crônica

Ana Paula Coutinho Fonseca; Claudia Fonseca Pereira; Gilberto de Almeida Fonseca

Acta Fisiátr.1996;3(2):18-22

O treinamento com exercícios físicos é um componente essencial do programa de Reabilitação Pulmonar. A presente revisão objetiva enfocar as diferentes formas de atividades físicas que podem ser prescritas aos pacientes portadores de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (D.P.O.C.). As repercussões deste programa são relacionadas com as incapacidades funcional e psicossocial já instaladas nestes pacientes. Os autores propõem um protocolo de treinamento para que estes pacientes alcancem uma melhor qualidade de vida.

Palavras-chave: Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. Reabilitação Pulmonar. Exercícios Físicos.

ARTIGO DE REVISÃO

5 - Técnicas de análise de marcha

Marcelo Saad; Linamara Rizzo Battistella; Danilo Masiero

Acta Fisiátr.1996;3(2):23-26

A análise de marcha oferece dados importantes para a compreensão e tratamento de distúrbios da locomoção. Sua importância é tal que justificou a criação dos chamados Laboratórios de Movimento. Este campo tem se desenvolvido muito nas últimas décadas. Este artigo mostra esta evolução, e a situação atual da análise de marcha no Brasil e no mundo. Expõe também os termos técnicos usados neste tipo de estudo.

Palavras-chave: Marcha. Análise.

COMUNICAÇÃO BREVE

6 - Avaliação sintomática subjetiva e cardiovascular dos pacientes lesados medulares com trabalho cicloergométrico passivo (Reck Moto Med)

Linamara Rizzo Battistella; Paulo Yazbek Jr.; Gilson Tanaka Shinzato; Neuza Sayuri Habu; Andrea B. Rosa; Maria Cecília dos S. Moreira; Luciane E. B. Castor

Acta Fisiátr.1996;3(2):23-26



Palavras-chave: Marcha. Análise.

Número atual: Dezembro 1996 - Volume 3  - Número 3

EDITORIAL

1 - A fisiatría na formação do médico generalista

Linamara Rizzo Battistella

Acta Fisiátr.1996;3(3):5-6



Palavras-chave: Marcha. Análise.

TENDÊNCIAS E REFLEXÕES

2 - Ciências da atividade física: algumas perguntas

György Miklós Böhm

Acta Fisiátr.1996;3(3):7-10



Palavras-chave: Marcha. Análise.

ARTIGO ORIGINAL

3 - Dificuldades na reabilitação de pacientes amputados devido a tumores

Therezinha Rosane Chamlian; Marcelo Saad; Danilo Masiero

Acta Fisiátr.1996;3(3):11-13

Os pacientes amputados devido a tumores possuem particularidades, como intercorrências clínicas, que os diferenciam dos amputados por outras causas. Estas particularidades interferem de forma significativa no processo reabilitacional, podendo até inviabilizá-lo. Este levantamento mostra a evolução dos pacientes amputados devido a tumores atendidos no Lar Escola São Francisco. Verificou-se que nenhum dos 6 pacientes atingiu a meta da protetização, apesar de reunirem alguns pré-requisitos favoráveis para reabilitação, como pouca idade e início precoce do treinamento. Isto evidencia que o prognóstico reabilitacional destes pacientes pode ser modificado subitamente em qualquer momento.

Palavras-chave: Amputados. Tumores. Reabilitação.

4 - Amputações parciais do pé. Análise das soluções proféticas

Therezinha Rosarte Chamlian; Marcelo Saad; Danilo Masiero

Acta Fisiátr.1996;3(3):14-17

Em amputações parciais do pé, a solução protética mais utilizada é o preenchimento anterior do calçado, adaptado à palmilha ou goteira. Entretanto, tanto do ponto de vista funcional quanto estético, estas soluções deixam a desejar. Comumente, as forças atuantes causam lesões de pele no coto e deformidade do calçado, quando não se usa goteria anti-eqüino de tornozelo. A goteira mantém a articulação tibio-társica rígida. Este trabalho analisa os aspectos favoráveis e desfavoráveis da protetização a este nível de amputação. Cinco pacientes do sexo masculino, portadores de amputação parcial do pé, foram avaliados clinicamente e submetidos à análise de marcha. O processo de análise consistiu de filmagem da marcha em perfil e interpretação quadro-a-quadro em videocassete profissional. Os parâmetros da marcha analisados foram: cadência, comprimento do passo e da passada, e velocidade. A solução protética de preenchimento anterior do pé, adaptada à goteira, nos pareceu ser uma boa solução biomecânica.

Palavras-chave: Amputação. Pé. Prótese.

ARTIGO DE REVISÃO

5 - Distrofia muscular de Becker. Relato de caso e revisão de literatura

Maria Bernadete Renoldi Oliveira Gavi; Manoel Neves Pimentel; Marcelo Nogueira Silva; Eliete Rabbi Bortolini; Alípio Cesar Nascimento

Acta Fisiátr.1996;3(3):18-23

Distrofias musculares são doenças pouco freqüentes e desconhecidas por alguns médicos. Apresentamos um paciente com diagnóstico de Distrofia Muscular do tipo Becker, em fase avançada da doença, com achados físicos exuberantes, história familiar e patológica pregressa compatíveis e biópsia muscular característica. Embora a análise de DNA não tenha mostrado deleções no gene responsável, o diagnóstico foi confirmado clinicamente. Foram relacionados alguns diagnósticos diferenciais. Comentamos os aspectos terapêuticos. Estas doenças devem ser consideradas em todos os pacientes com queixa de fraqueza muscular, principalmente crianças, tendo em vista a necessidade de aconselhamento fisiátrico e genético precoces.

Palavras-chave: Distrofia Muscular do tipo Becker. Miopatias. Fraqueza muscular. Fisioterapia.

6 - Análise comparativa dos resultados funcionais obtidos em 100 artroplastias totais do joelho pela fisioterapia convencional isolada ou associada à movimentação passiva contínua

Eliane Machado Máximo; Danilo Masiero; Luiz Aurélio Mestriner

Acta Fisiátr.1996;3(3):24-29

Estudo prospectivo de 85 pacientes submetidos a 100 artroplastias totais dos joelhos (15 bilaterais) no período compreendido entre junho de 1991 a junho de 1994. Os pacientes foram distribuídos em dois grupos. O grupo I, constituído de 44 pacientes (50 joelhos), foi submetido à fisioterapia convencional isolada e o grupo II de 45 pacientes (50 joelhos) à fisioterapia convencional associada à MPC (movimentação passiva contínua). O objetivo foi estabelecer possíveis diferenças entre os dois tipos de tratamento fisioterápico com relação ao tempo mínimo necessário para atingir 60 graus de flexão, tempo de hospitalização, variação percentual do arco de movimento pré e pós-operatório e condições da ferida operatória. Foi também analisada a evolução do arco de movimento por ocasião da alta hospitalar, e aos três, seis, nove e doze meses. Não houve diferença estatisticamente significante em relação aos parâmetros analisados.

Palavras-chave: Distrofia Muscular do tipo Becker. Miopatias. Fraqueza muscular. Fisioterapia.

ARTIGO DE ATUALIZAÇÃO

7 - Baropodometria computadorizada

Donaldo Jorge Filho

Acta Fisiátr.1996;3(3):30-31



Palavras-chave: Distrofia Muscular do tipo Becker. Miopatias. Fraqueza muscular. Fisioterapia.

PONTO DE VISTA

8 - Patologias inflamatórias sistêmicas do pé. Visão do reumatologista

Débora Egri

Acta Fisiátr.1996;3(3):32-35



Palavras-chave: Distrofia Muscular do tipo Becker. Miopatias. Fraqueza muscular. Fisioterapia.

RESUMOS DE TESE

9 - Resumos de tese

Acta Fisiátr.1996;3(3):36



Palavras-chave: Distrofia Muscular do tipo Becker. Miopatias. Fraqueza muscular. Fisioterapia.

BOLETIM INFORMATIVO

10 - Academia Brasileira de Medicina de Reabilitação (ABMR)

Acta Fisiátr.1996;3(3):37-38



Palavras-chave: Distrofia Muscular do tipo Becker. Miopatias. Fraqueza muscular. Fisioterapia.

Revista Associada

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