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Número atual: Setembro 2017 - Volume 24  - Número 3


ARTIGO ORIGINAL

A importância pratica da cinesioterapia em grupo na qualidade de vida de idosos

The importance of kinesiotherapy group practice on the quality of life of the elderly


Juscelino Francisco Vilela-Junio1; Vitor Marcilio Gomes Soares2; Ana Maria Sá Barreto Maciel3

DOI: 10.5935/0104-7795.20170024

1. Fisioterapeuta, Hospital Unimed Caruaru - HUC
2. Fisioterapeuta, Programa de Iniciaçao Científica, Associaçao Caruaruense de Ensino Superior e Técnico - ASCES
3. Psicóloga, Programa de Iniciaçao Científica, Associaçao Caruaruense de Ensino Superior e Técnico - ASCES


Endereço para correspondência:
Juscelino Francisco Vilela-Junio
Associaçao Caruaruense de Ensino Superior / Departamento de Fisioterapia, Grupo de Pesquisa em Saúde Pública (GPESP)
Av. Portugal, 584 Caruaru - PE - CEP 55016-400
E-mail: juscelinovilela@yahoo.com.br

Recebido em 24 de Janeiro de 2018
Aceito em 26 Março de 2018


RESUMO

Analisar o efeito da cinesioterapia em grupo sobre a qualidade de vida, adesao e desistência do programa, capacidade funcional, equilíbrio e marcha de idosas sedentárias. Método: Estudo experimental, amostra de idosas com média de idade de 69,83 (±7,76), que foram submetidas a um protocolo de cinesioterapia e randomizadas em três grupos (N=48), cinesioterapia em grupo (CG), cinesioterapia individual (CI) e controle (C); durante 12 semanas. A qualidade de vida foi avaliada por meio do questionário SF-36, e as variáveis de equilíbrio e marcha através do teste de Tinetti. Utilizando os procedimentos estatísticos descritivos (média e desvio padrao) e o teste de Wilcoxon, admitindo-se o nível de significância de p < 0, 05. Resultados: Taxa de permanência: CG:n=9; GI:n=10; C:n=8 ;Teste de Tinetti:Grupo CG: escore total 9.26 X 13.1; Grupo GI 11.37 X 14.5. Nao houve melhora no grupo C. SF-36: média de escores: (CG) Dor: 33.2 X 70.7; Aspectos emocionais 33.3 X 66.6; (GI) Capacidade funcional: 64 X 85.5; Aspectos emocionais: 77.7 X 88; Limitaçao funcional: 72.5X 100. Nao houve melhora estatisticamente significativas no grupo C. Conclusao: Nao foram encontradas diferenças expressivas em relaçao a taxa de desistência entre a dinâmica em grupo e a dinâmica individual no programa de cinesioterapia, no entanto os grupos experimentais apresentaram diferenças significativas com os testes, antes e pós intervençao, para melhora nos aspectos emocionais, melhora de limitaçoes físicas, reduçao de dor, melhora no equilíbrio e marcha, mostrando assim eficácia e importância dessa atividade.

Palavras-chave: Envelhecimento, Exercício, Saúde, Qualidade de Vida




INTRODUÇAO

Atualmente nos deparamos com um acelerado envelhecimento populacional, estima-se que o número de pessoas com 65 anos ou mais está projetado para crescer a partir de um valor considerado de 524 milhoes em 2010 para quase 1,5 bilhao em 2050, com a maioria do aumento em países em desenvolvimento.1 Esse aumento da populaçao idosa se deve a mudança das principais causas de doenças e morte, que em décadas passadas predominavam doenças infecciosas e parasitárias afetando com maior frequência a vida de bebês e crianças. Nos dias atuais nos deparamos com uma mudança epidemiológica, prevalecendo com maior frequência às doenças crônicas em especial na populaçao idosas.2,3

Entre os principais problemas de saúde na populaçao idosa se encontra em grande destaque a diminuiçao da funcionalidade,4 sendo essa populaçao desenvolvedora de múltiplos comprometimentos, sejam eles relacionados ao desgaste pelo processo de envelhecimento (como a osteoartrose) ou doenças de caráter crônico que poderiam ter sido evitadas (como a hipertensao, diabetes, acidente vascular encefálico), ou doenças degenerativas (como a demência);5 nesse contexto a saúde na terceira idade nao é mais avaliada simplesmente pela quantidade de doenças, e sim pelo grau de preservaçao da capacidade funcional.4,6

A fisioterapia tem como recurso a cinesioterapia, um programa de exercícios que visa a funcionalidade, tendo como resultados melhora do condicionamento físico, alinhamento postural, reduçao de incapacidades, relaxamento, alívio de dor e melhora da qualidade de vida.7 Por ter como princípio a terapia através do movimento, a prática da cinesioterapia é um recurso promissor para minimizar o declínio funcional atribuído a processo de senescência tao evidente nas últimas décadas, sendo uma metodologia de treinamento físico que pode ser realizada de maneira individual ou coletiva.8

Já é bem documentado na literatura que as práticas de exercícios físicos podem trazer inúmeros benefícios à populaçao idosa.9 Entretanto pouco estudos relacionam os efeitos dessas práticas visando conceitos efetivos na permanência dos programas de prevençao de saúde. Essa faixa etária possui particularidades em relaçao ao tipo de treinamento, podendo desmotivar-se quando a dinâmica de exercícios nao os desafia, ou desistir se o tipo de exercício vai além da sua capacidade funcional.10,11 Diante dessas evidências, o presente estudo utiliza a cinesioterapia para enfrentar o típico problema da falta de interesse e adesao à rotina de exercícios, visando empregar este método da Fisioterapia com base em exercícios de reabilitaçao que priorizam a funcionalidade, permitindo que os usuários possam realizar exercícios de forma agradável e, portanto, fornece uma oportunidade adequada para a recuperaçao funcional eficaz.


OBJETIVO

Analisar o efeito da cinesioterapia em grupo sobre a qualidade de vida, adesao e desistência do programa, capacidade funcional, equilíbrio e marcha de idosas sedentárias.


MÉTODOS

Trata-se de um estudo prospectivo com delineamento experimental, e abordagem quantitativa com designaçao aleatória, grupo controle, randomizaçao entre grupos e manipulaçao de variável independente. O experimento envolveu dois grupos experimentais e um de referência (controle), que foram avaliados antes e depois do processo de intervençao, buscando analisar os efeitos da cinesioterapia (causa) e implicaçoes nas variáveis funcionais (efeito) em um período determinado. Cuja amostra foi constituída por idosas de um bairro especifico da cidade de Caruaru-PE, apresentaram média de idade 69,83 (±7,76).

Para cálculo do tamanho amostral foi adotado os seguintes parâmetros: intervalo de confiança de 95%; erro máximo tolerável de 2 pontos percentuais; efeito do desenho (deff) = 2; e, por se tratar de estudo abrangendo a análise de percepçao de saúde e capacidade física funcional com diferentes frequências de ocorrência, definiu-se a prevalência estimada em 50%. Adicionalmente, visando atenuar as limitaçoes impostas por eventuais perdas na aplicaçao e/ou preenchimento inadequado dos questionários, decidiu-se por acrescer em 20% o tamanho da amostra, resultando em 48 indivíduos.

A coleta de dados foi realizada através de entrevista estruturada e método de conveniência, no período de abril a junho de 2016. Foram utilizados como critérios de inclusao pessoas com faixa etária igual ou maior de 60 anos, que nao apresentassem declínio cognitiva, e foram excluídas pessoas com doenças que impossibilitassem a prática de atividade física.

A realizaçao das sessoes e entrevistas foram efetuadas em um salao de reunioes de uma Associaçao de Idosos, onde as entrevistadas eram levadas a um lugar reservado, afim de evitar constrangimentos. O protocolo de intervençao foi realizado uma vez na semana, durante 12 semanas consecutivas.

O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa com seres humanos da Faculdade-ASCES (CAAE-35079914.2.0000.5203/CEP-ASCES: 813.210/2016). Bem como, a participaçao dos sujeitos foi voluntária e anônima.

Para avaliar a qualidade de vida das idosas foi empregado o instrumento SF-36 (The Medical OutcomesStudy 36-item short-formhealthysurvey), traduzido e validado para a realidade brasileira.12 O SF-36 é um questionário multidimensional composto por 36 itens, com duas a seis possibilidades de respostas objetivas, distribuídos em oito domínios, que podem ser agrupados em dois grandes componentes: o físico (capacidade funcional, aspectos físicos, dor e estado geral de saúde) e o mental (saúde mental, vitalidade, aspectos sociais e aspectos emocionais).13

A análise da marcha e equilíbrio foi realizada através do teste de tinneti, composto por 16 itens, em que 9 sao para o equilíbrio do corpo e 7 para a marcha. O Teste de Tinetti classifica os aspectos da marcha como a velocidade, a distância do passo, a simetria e o equilíbrio em pé, o girar e também as mudanças de posturas com os olhos fechados. A contagem para cada exercício varia de 0 a 1 ou de 0 a 2, com uma contagem mais baixa que indica uma habilidade física mais pobre. A pontuaçao total é a soma da pontuaçao do equilíbrio do corpo e a da marcha. A pontuaçao máxima é de 12 pontos para a marcha, de 16 para o equilíbrio do corpo e de 28 para a total.

A funcionalidade foi avaliada através do escores do domínio de capacidade funcional do questionário SF-36


PROTOCOLO

Protocolo de tratamento para os dois grupos (cinesioterapia): terapia uma vez por semana, com duraçao de 60 minutos em cada sessao, durante 12 semanas

Grupo: Atendimento em Grupo (G: n=9)

Caminhada 5 min; fortalecimento de quadríceps com caneleira, treino senta-levanta; circuito integrado de marcha com obstáculos, afundo com avanço combinado a pega de objetos no chao, fortalecimento de MMSS utilizando as diagonais de kabat com resistência elástica; fortalecimento de bíceps e tríceps braquial com resistência elástica ; caminhada lateral, fortalecimento de tríceps sural em postura ortostática; treino de equilíbrio com (tabua proprioceptiva, apoio unipodal combinado com desvio de obstáculo no membro contra-lateral; caminhada sobre linha reta); alongamento de peitorais; isquiotibiais, rotadores internos e externos de ombro com auxílio de bastao, dissociaçao de cinturas, relaxamento: com exercícios calistênicos.

Grupo: Atendimento Individualizado (GI: n=10)

Caminhada 5 min; fortalecimento de quadríceps com caneleira, treino senta-levanta; circuito integrado de marcha com obstáculos, afundo com avanço combinado a pega de objetos no chao, fortalecimento de MMSS utilizando as diagonais de kabat com resistência elástica; fortalecimento de bíceps e tríceps braquial com resistência elástica ; caminhada lateral, fortalecimento de tríceps sural em postura ortostática; treino de equilíbrio com (tabua proprioceptiva, apoio unipodal combinado com desvio de obstáculo no membro contra-lateral;caminhada sobre linha reta); alongamento de peitorais; isquiotibiais, rotadores internos e externos de ombro com auxílio de bastao, dissociaçao de cinturas, relaxamento: com exercícios calistênicos.

Grupo: Controle (C: n=8)

Nao foi submetido a nenhum tipo de intervençao. (Ao término da pesquisa, esses indivíduos receberam atendimento por três meses de exercícios de cinesioterapia igualmente aos grupos experimentais, respeitando os aspectos éticos em pesquisa com seres humanos).

A análise dos dados foi realizada através do programa BIOESTAT 5.0, utilizando-se os procedimentos da estatística descritiva (média, desvio padrao e distribuiçao de frequência). Como foi observado que os dados nao obedeciam a um padrao de normalidade, a análise entre as variáveis foi efetuada utilizando-se o teste de associaçao nao paramétrico, Teste Wilcoxon para dados emparelhados admitindo-se o nível de significância de p < 0,05.


RESULTADOS

Na Figura 1 sao apresentados o número de indivíduos que aderiram e desistiram do programa de cinesioterapia, alocados em três grupos.


Figura 1. Randomizaçao através do software Research Randomizerr, resultado da permanência no programa.



Na Tabela 1 sao apresentados dados sobre as variáveis do teste de Tinetti, na Tabela 2, resultados encontrados de acordo com o questionário de qualidade de vida SF-36 (The Medical Outcomes Study 36-Item Short-Form Health Survey).






DISCUSSAO

Na Figura1 pode se perceber que houve maior permanência no grupo de exercícios quando a intervençao era realizada de maneira individual, entretanto nao houve diferenças expressivas em relaçao à taxa de permanência do grupo que recebia atendimento coletivo.

Analogamente estudos anteriores10,11,14 apontam que os principais motivos para a adesao e permanência de idosos em programas de exercícios sao "indicaçao de amigos", "melhorar a saúde", "melhorar a saúde física e mental" e o "relacionamento".

Entretanto, nenhum estudo até o presente momento buscou analisar a interferência de metodologias de atendimento individualizada ou em grupo, visto que essa populaçao carece de atendimentos que priorizem uma visao global e individualizada de acordo com sua capacidade funcional, fato que o atendimento em grupo pode levar também a desvantagens, uma vez que essa metodologia de treinamento proporciona uma visao generalizada do grupo em atendimento, ao contrário do individualizado que proporciona ao terapeuta uma visao especifica das particularidades funcionais de cada um.

Contudo essa prática além de proporcionar maiores ganhos em termos de capacidade funcional, evidenciado em nossos resultados na Tabela 2 e nos estudos15,16 que buscaram analisar o efeito de intervençoes com exercícios na facilitaçao de atividades de vida diária. Apesar disso, a dinâmica de exercícios realizada de maneira individual nao proporciona estímulos sociais, o que pode interferir significativamente na desistência do programa a longo prazo.

No estudo de Pimentel17 foi comparado idosos sedentários e praticantes de caminhada, treino de força e alongamento durante 50 min 2 vezes na semana durante 6 meses, foi observado em seus resultados melhora significativa no equilíbrio, corroborando com o presente estudo que apresentou melhora significativa da mesma variável em ambos os grupos de exercícios. Entretanto, os autores nao avaliaram os efeitos sobre a marcha dos idosos, fator que merece atençao, pois as alteraçoes na marcha podem repercutir no maior risco de quedas em idosos, independente do equilíbrio que pode ou nao vir associado.

Com o processo de envelhecimento normal, os idosos tendem a diminuir a velocidade da marcha e o tamanho da passada, aumentar da base de suporte e o tempo de permanência na fase de duplo apoio como estratégia para ganho de estabilidade.14,18,19 Esse mecanismo adaptativo do envelhecimento pode estar associado ao declínio de força muscular global, atingindo com maior predileçao os membros inferiores.20,21

Apesar dessas alteraçoes serem normais com o processo de senescência, vários estudos22-26 sugerem que tais alteraçoes podem ser retardadas com a prática do exercício físico. Entretanto, nenhuns desses estudos abordaram a influência de treinos de marcha e circuitos integrados que envolviam componentes de marcha voltados para realidade, tais como desvios de obstáculos e movimentos com instabilidades.

Uma vez que a marcha nao depende só de força muscular e sim de movimentos complexos que envolvem um conjunto de multifatorial de interaçoes entre o processo de organizaçao dos sistemas neurais e mecânicos, entre os quais a dinâmica musculoesquelética, o circuito espinhal geneticamente determinado(gerador de padrao central), a modulaçao pelos centros nervosos superiores e estímulos aferentes necessitam estar continuamente reprogramando os movimentos de acordo com as necessidades imposta no dia a dia.22

Logo se é sabido que os idosos passam a ter declínio em alguns desses sistemas, é de grande importância desenvolver condutas de tratamento que proporcionem estímulos integrados. Sob o mesmo ponto de vista, estudos17,22 evidenciam ganhos para a marcha em maior tempo de intervençao que o nosso, ficando claro que esses distúrbios de marcha devem ser treinados e trazidos para a realidade, além do treino de força muscular especifico para tal fim.

Com relaçao aos fatores relacionados a qualidade de vida e dinâmica de exercícios pode se perceber na Tabela 2, que o grupo que tinha intervençoes de maneira individualizada obteve maiores ganhos funcionais em relaçao ao grupo de atendimento em grupo e o controle, motivo pelo qual esse tipo de programa priva a capacidade física de maneira única para cada indivíduo, permitindo assim trabalhar em torno das principais dificuldades e facilidades dos idosos, também admite melhor monitorizaçao da intensidade do exercício, facilitando o melhor desempenho. Ao contrário do que foi visto no grupo de treinamento coletivo, pois este tipo de conduta nao permite o foco em um único indivíduo, mais sim na média funcional do grupo em intervençao, dificultando os ganhos de alguns indivíduos.15,27

Apesar das dinâmicas de exercícios individuais terem apontado melhor resultado em termos de capacidade e limitaçoes funcionais, nao podemos esquecer que a pratica de exercícios em grupo é um promotor de socializaçao.28 Estudos apontam a importância das atividades em grupo como fator colaborador para a promoçao do bem-estar de idosos.29,30 Em contrapartida se há o isolamento do idoso há uma maior susceptibilidade ao adoecimento.31,32,33

Os programas de exercícios físicos em grupo oportunizam um maior número de contato social, ao serem praticados regularmente, podem proporcionar mudança comportamental, desencadeando transformaçoes emocionais (vivenciadas pelo ganho funcional) e psicológicas (elencadas pelo efeito de socializaçao), visto que o idoso quando se sente valorizado pode demostrar alteraçoes positivas junto à sua família e meio social, influenciando diretamente na saúde psicológica do idoso.34,35

Dentre esses benefícios, a literatura demonstra uma intima correlaçao entre reduçao de quadros álgicos e exercícios físicos, justificável pela maior produçao de endorfinas no organismo como resposta ao exercício, produzindo assim estado de euforia e reduçao de dor.36 Esse efeito é encontrado em um dos nossos grupos de intervençao, em contramedida, nao houve melhora da dor no grupo que se exercitava individualmente.

Esse achado pode ser resultado da intervençao em grupo, por se trata de uma prática coletiva e mais prazerosa, tendo como resultado maior bem-estar, entretanto sao necessários mais estudos que busquem analisar a comparaçao entre a prática da cinesioterapia individualizada e coletiva, afim de conhecer quais os efeitos e, para qual tipo de idoso tem melhor atribuiçao.


CONCLUSAO

A cinesioterapia leva a melhora da marcha, equilíbrio, da capacidade funcional, de quadros álgicos e dos aspectos emocionais de idosas. Pode ser uma alternativa favorável para a melhora da funcionalidade nas atividades de vida diária, favorecendo maior qualidade de vida, pois permite ser um método eficaz para promover uma revitalizaçao geriátrica, empregando técnicas prazerosas e eficazes. Apesar dos efeitos benéficos da cinesioterapia com idosos é necessário avaliar qual o contexto o paciente mais necessita, antes de julgar qual metodologia é superior a outra (individual ou em grupo).


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