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Número atual: Setembro 2015 - Volume 22  - Número 3


ARTIGO ORIGINAL

Avaliação da qualidade de vida de portadores de insuficiência cardíaca congestiva e sua correlação com a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde

Assessment of quality of life in patients with congestive heart failure and its correlation with the International Classification of Functioning, Disability, and Health


Renata Souza Zaponi1; Andersom Ricardo Frez2; Cintia Teixeira Rossato Mora3; João Afonso Ruaro4; Christiane Riedi Daniel5

DOI: 10.5935/0104-7795.20150021

1. Fisioterapeuta
2. Professor Assistente, Universidade Estadual do Centro-Oeste - UNICENTRO / Guarapuava
3. Fisioterapeuta, Hospital Ministro Costa Cavalcante (HMCC) - Foz do Iguaçu
4. Doutor em Ciências da Saúde, Professor Assistente, Universidade Estadual do Centro-Oeste - UNICENTRO/Guarapuava
5. Doutoranda em Ciências Médicas, Professor Assistente, Universidade Estadual do Centro-Oeste - UNICENTRO/Guarapuava


Endereço para correspondência:
Christiane Riedi Daniel
Universidade Estadual do Centro-Oeste - UNICENTRO
Avenida Simeão Camargo Varela de Sá, 03
CEP 85040-080 Guarapuava - PR
E-mail: christine_riedi@hotmail.com

Recebido em 08 de Junho de 2015.
Aceito em 05 Agosto de 2015.


RESUMO

Objetivo: Avaliar a qualidade de vida de pacientes com insuficiência cardíaca e correlacionar com a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF). Método: Trata-se de um estudo transversal, com amostra de 19 pacientes, com idade média de 66,28 ± 10,93 anos cuja qualidade de vida foi avaliada através do questionário de qualidade de vida Minnesota Living with Heart Failure Questionnaire (MLHFQ), sendo que para cada questão foi determinado uma categoria da CIF e estes resultados foram correlacionados. Resultados: A média do escore do questionário MLHFQ foi de 61,21 ± 17,56. Verificou-se correlação positiva entre a qualidade de vida e fração de ejeção do ventrículo esquerdo (r = 0,75; p = 0,0006), fato que não ocorreu ao comparar a qualidade de vida com a classe funcional. Observou-se alta correlação entre as respostas dos pacientes e a avaliação do fisioterapeuta utilizando a CIF. Conclusões: O questionário MLFHQ contempla as exigências da CIF, possuindo alta correlação entre as respostas de ambos, sendo considerado global, o que possibilita o emprego destes instrumentos na avaliação de pacientes com insuficiência cardíaca congestiva (ICC).

Palavras-chave: Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde, Insuficiência Cardíaca, Qualidade de Vida




INTRODUÇÃO

A insuficiência cardíaca congestiva (ICC) apresenta mal prognóstico que reflete-se em limitação funcional gradual e importante, o que gera altos custos para o seu de tratamento. Esta limitação impacta diretamente na de qualidade de vida e na reabilitação dos pacientes. A baixa qualidade de vida está relacionada ao maior índice de hospitalizações e maior mortalidade.1 Um dos recursos para amenizar este impacto na qualidade de vida é a prática de exercícios físicos, que melhoram a capacidade aeróbia e a resistência a fadiga, e consequentemente impactam positivamente na qualidade de vida dos pacientes.2,3

Entre os instrumentos para avaliar a qualidade de vida dos pacientes com ICC cita-se o Minnesota Living with Heart Failure Questionnaire (MLHFQ).4 Além disso, a busca pela avaliação, acompanhamento e melhor tratamento da ICC está sempre sendo aprimorada, e uma linguagem global e uniforme pode contribuir para melhor troca de informações entre os profissionais da saúde.

Entre os instrumentos para padronizar a linguagem em relação à funcionalidade está a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF). Desenvolvida pela Organização Mundial de Saúde (OMS), é uma ferramenta adequada para identificar as condições da funcionalidade, do ambiente, as características pessoais que interferem na qualidade de vida, auxiliar na comunicação e na troca de informações, além de permitir abordar as diferentes perspectivas de reabilitação dos pacientes.5

O uso da CIF em pacientes cardiopatas tem sido utilizado para avaliação e classificação de pacientes nas fases da reabilitação cardíaca, tanto hospitalar6,7 quanto ambulatorial,8 além de ter sido desenvolvido um core set específico para pacientes com doença isquemica crônica;9 entretanto, não há relatos na literatura para a ICC.


OBJETIVO

O objetivo primário deste trabalho foi descrever e quantificar a qualidade de vida de sujeitos com ICC, além de estabelecer uma relação entre o questionário de qualidade de vida MLHFQ e a CIF, e secundariamente buscou-se relacionar a qualidade de vida com classe funcional e fração de ejeção.


MÉTODO

Trata-se de um estudo transversal, com 19 indivíduos com diagnóstico de ICC selecionados nos serviços ambulatorial e hospitalar do setor de cardiologia do Hospital Ministro Costa Cavalcanti, em Foz do Iguaçu, Paraná. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (parecer 842.232/2014) e segue os princípios éticos da declaração de Helsinki.

Foram incluídos indivíduos com diagnóstico clínico de ICC, de ambos os sexos, com idade entre 45 e 85 anos e que não apresentassem disfunção neurológica e cognitiva que limitasse a realização do questionário. Foram excluídos indivíduos com instabilidade hemodinâmica e internados na unidade coronariana. Todos os participantes leram e assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido.

Instrumentos de avaliação

Questionário de qualidade de vida Minnesota Living with Heart Failure Questionnaire (MLHFQ): composto por 21 questões sobre as dificuldades físicas, emocionais e itens relacionados a considerações financeiras e estilo de vida, cujo escore de cada pergunta varia entre 0 a 5, sendo 0 sem limitações e 5 limitação máxima. O escore total pode variar de 0 a 105 pontos, sendo que o escore mais baixo representa uma melhor qualidade de vida, cujo ponto de corte que classifica como boa qualidade de vida são os escores de até 26 pontos, moderada qualidade 26-45 pontos e qualidade de vida ruim acima de 45 pontos.10 Para estabelecer o escore é considerado o último mês.4

Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF): a fim de se estabelecer a relação entre o MLHFQ e a CIF, dois pesquisadores que atuam na área selecionaram as categorias da CIF que poderiam ser relacionados às perguntas do questionário de qualidade de vida (Quadro 1).




Para garantir a confiabilidade no estabelecimento da relação entre o MLHFQ e a CIF foi utilizada a sequência de oito normas propostas por Cieza et al.11: 1) Antes de se estabelecer as ligações com a CIF, deve-se ter conhecimento dos fundamentos e conceitos da CIF, assim como dos capítulos e categorias, como também das suas respectivas definições; 2) Cada atividade deve ser ligada à categoria mais precisa da CIF; 3) Não utilizar as categorias com a definição "outras especificadas", identificadas pelo número oito no final. Se o conteúdo de um conceito não é explicitamente nomeado na categoria correspondente da CIF, a informação complementar deve ser descrita no processo de relação; 4) não utilizar as categorias "não especificadas" identificadas pelo número nove. Utilizar uma categoria de menor nível; 5) Se a informação fornecida pela atividade não for suficiente para selecionar uma categoria da CIF, deve ser atribuído como "não definível"; 6) se a atividade não está contida na CIF, mas é perceptível que o conceito está contemplado por ser um fator pessoal definido na CIF, deve ser atribuído como "fator pessoal"; 7) se a atividade não está contida na CIF, e não se trata de um fator pessoal, deve ser atribuído como "não contemplado pela CIF"; 8) se o conceito da atividade se referir a um diagnóstico ou uma condição específica de saúde, deve ser atribuído como "condição de saúde".

Na sequência foi considerado o que contemplava cada item do instrumento e as definições de cada categoria da CIF. Estabelecida a relação, os pesquisadores se reuniram para discutir e entrar em consenso sobre a inclusão ou exclusão das categorias. Para dar significado às categorias da CIF foram atribuídos qualificadores genéricos, os quais indicam a gravidade do problema ou da barreira.

Os qualificadores variam de 0 a 4, onde 0 significa "nenhum problema/facilitador", enquanto 4 representa "problema/facilitador completo". Há ainda os qualificadores 8 e 9, que significam "não especificado" e "não aplicável", respectivamente.5 Para apresentação dos resultados os qualificadores de 1 a 4 foram agrupados como "alguma deficiência" para os componentes funções e estruturas do corpo e atividade e participação, e como "obstáculo" para os fatores ambientais; já os qualificadores 0 e 9 foram agrupados como "sem deficiência" ou para as funções e estruturas do corpo e atividade e participação, e como "sem obstáculo" para os fatores ambientais.12,13

Foi realizada uma avaliação fisioterapêutica e a aplicação do questionário de qualidade de vida MLHFQ. Na sequência um segundo pesquisador realizou a avaliação dos mesmos pacientes utilizando a proposta da CIF desenvolvida neste estudo. Destaca-se que esta avaliação foi realizada sem o conhecimento do resultado do questionário MLHFQ.

Os dados foram apresentados em distribuição de frequências, média e desvio padrão, acompanhados pelo intervalo de confiança de 95%. Utilizou-se o coeficiente de correlação de Spearman para as comparações entre a classe funcional, segundo a New York Heart Association (NYHA),14 fração de ejeção e o escore final do MLHFQ, bem como para comparação entre cada pergunta do MLHFQ e a CIF. O nível de significância estipulado foi de 5% e o programa estatístico utilizado foi o InStat Graph Pad 3.4.


RESULTADOS

A amostra foi composta por 19 indivíduos, cujas características clínicas e epidemiológicas estão demonstradas na Tabela 1.




Os resultados da avaliação utilizando as categorias da CIF selecionadas estão apresentados na Tabela 2.




Na análise entre a classe funcional e a qualidade de vida não foi observada correlação significativa (r = 0,31; p = 0,19). Já na análise entre a fração de ejeção do ventrículo esquerdo e a qualidade de vida foi observada uma correlação positiva (r = 0,75; p = 0,0006) (Figura 1).


Figura 1. Correlação entre a fração de ejeção do ventrículo esquerdo e a qualidade de vida



A Tabela 3 mostra a alta correlação entre as respostas dos pacientes para o MLHF e a avaliação utilizando a CIF.




DISCUSSÃO

Optou-se por realizar este estudo em função da necessidade de se buscar ferramentas que avaliem globalmente pacientes com ICC cuja limitação funcional impacte na qualidade de vida. Fundamenta-se pela necessidade de se identificar a influência da doença na qualidade de vida, além de ser uma fonte de informação para a equipe multidisciplinar.15

A idade média de 66,28 anos e a prevalência das classes funcionais II e III da NHYA apresentados neste estudo foi semelhante aos resultados obtidos por Lage.16 Sabe-se que a idade impacta na presença de doenças cardíacas e de fatores de risco, sendo que idosos entre 65 e 74 anos apresentam maior prevalência de hipertensão arterial sistêmica (HAS).17 Esta amostra, além de se enquadrar na faixa etária mencionada, ainda apresenta diferentes fatores de risco como a HAS e a diabetes melittus (DM).

O estudo de Nogueira et al.18 investigou o perfil epidemiológico de ICC e apresentou características semelhantes à presente pesquisa no que diz respeito a idade média dos participantes e no fator de risco mais frequente. A HAS deve ser levada em consideração, pois a elevação da pressão arterial está relacionada ao aumento dos quadros de descompensação da ICC.19

O uso do questionário MLHFQ ocorreu por ser especifico para ICC.20,21 Em nosso estudo o escore médio foi considerado elevado (61,21) o qual corresponde a uma baixa qualidade de vida.10 No estudo de Nogueira et al.22 os autores observaram um escore médio de 41,86. Os altos escores encontrados podem estar relacionados ao fato da avaliação ter sido realizada na maioria dos pacientes internados por descompensação e pela prevalência das classes funcionais III e IV. Di Naso et al.23 também encontraram escores altos na avaliação da qualidade de vida, principalmente nos pacientes com agravo das classes funcionais.

Acredita-se que diferentes fatores possam impactar na qualidade de vida dos pacientes; apesar de Moraes et al.24 após a aplicação do questionário MLFHQ em pacientes com fração de ejeção < 50%, não encontrarem correlação significativa, em nosso estudo foi observada correlação (r = 0,75; p = 0,0006).

Santos et al.25 encontraram uma baixa correlação, porém significativa, entre a qualidade de vida e a fração de ejeção, e justificou este resultado explicando que o baixo débito cardíaco não suprime as necessidades do organismo, intensificando os sintomas da ICC e deteriorando a qualidade de vida.

Observou-se que todos os pacientes apresentavam uma tendência a depressão, avaliada pela questão 21 do questionário MLHFQ (Fazendo você sentir-se deprimido?). Esta afecção é mais comum entre os portadores de doenças cardiovasculares e está relacionada com a piora clínica26 levando a uma baixa qualidade de vida.27

Com o intuito de fornecer uma linguagem padronizada internacionalmente para a descrição de problemas e intervenções na área da saúde, a Organização Mundial de Saúde (OMS) criou a CIF.28

Para facilitar o uso da CIF foram criados os core sets, um conjunto de categorias elaborado por um grupo de especialistas para condições de saúde específicas.29,30 Outra forma para facilitar o uso da CIF é estabelecer a relação com instrumentos já validados.31-34 Porém, nenhum estudo foi publicado com uma proposta de core sets para a insuficiência cardíaca congestiva.

A seleção de categorias da CIF baseada no MLHFQ resultou em 21 categorias divididas entre os quatros domínios da CIF: 7 para funções do corpo, 1 para estruturas do corpo, 10 para atividades e participação e 3 para fatores ambientais, ou seja, foi possível estabelecer uma relação entre o MLHFQ e as categorias selecionadas.

Em consequência da amostra reduzida de sujeitos com ICC é difícil generalizar para população em questão, porém foi possível estabelecer uma correlação significativa entre a MLHFQ e a CIF nesta amostra. Outrossim, as categorias da CIF atribuídas para classificar a qualidade de vida de sujeitos com ICC devem ser consideradas como dinâmicas, obedecendo a uma das características da CIF, ou seja, a classificação proposta não deve ser considerada como exclusiva, e sim como base para novas propostas. Sugerimos mais estudos nesta área para ratificar a relação entre estas duas ferramentas na avaliação da qualidade de vida e funcionalidade de pacientes com ICC.


CONCLUSÃO

Os resultados deste estudo demonstraram que a amostra estudada apresentava uma baixa qualidade de vida correlacionada com a fração de ejeção do VE. Verificou-se que o questionário MLHFQ contempla todas as exigências da CIF, contendo as principais categorias dos quatro domínios existentes nesta classificação, o que indica que ambas as ferramentas podem ser utilizadas para avaliação destes pacientes.


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