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Número atual: Março 2008 - Volume 15  - Número 1


ARTIGO ORIGINAL

Qualidade de vida em diabetes mellitus e Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde - estudo de alguns aspectos

Quality of life in diabetes mellitus and the International Classification of Functioning Disability and Health - a study of some aspects


Carmen Lucia Natividade de Castro1; Valeria Bender Braulio2; Frederico A. Lyra Dantas3; Ana Paula Cony Barros Couto4

1. Fisiatra, Profª. Adjunto Disciplina Medicina Física e Reabilitação, Departamento de Clínica Medica da Faculdade de Medicina/UFRJ.
2. Nutróloga, Profª. Adjunto Disciplina Nutrologia, Departamento de Clínica Medica da Faculdade de Medicina/UFRJ.
3. Mestrando de Clínica Médica da Faculdade de Medicina/UFRJ.
4. Mestranda de Clínica Médica da Faculdade de Medicina/UFRJ, bolsista CAPES.


Endereço para correspondência:
Carmen Lucia Natividade de Castro
Rua Almirante Cochrane, 255 - Apto 1003
Rio de Janeiro/RJ - CEP 20550040

Recebido em 23 de Janeiro de 2008, aceito em 14 de Fevereiro de 2008.


Resumo

INTRODUÇÃO: O diabetes mellitus (DM) pode ter um efeito profundo na qualidade de vida dos pacientes e a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) é um instrumento válido para verificar a influência dos componentes de saúde na qualidade de vida. O objetivo deste estudo, é apresentar a distribuição de freqüência das categorias das CIF do Core Set resumido para DM, com comprometimento grave em um grupo de pacientes com a qualidade de vida muito afetada pelo diabetes.
MÉTODOS: Foram estudados 38 pacientes diabéticos, 76,3 % com DM2 e 23,7 % com DM1, utilizando-se dados clínicos, informação de qualidade de vida associada ao diabetes do questionário AddQoL e incapacidade associada ao diabetes: categorias do Core Set resumido da CIF com comprometimento grave e completo, e categorias cuja informação era insuficiente para especificar a gravidade do comprometimento. Análise estatística: análise descritiva dos dados.
RESULTADOS: Categorias de funções corporais mais gravemente afetadas foram b130, b210, b530, b540, de estruturas corporais foram s220, s410, s740, de atividades/participação foram d240, d570 e de fatores ambientais foram e110, e115. As estruturas menos classificadas foram pâncreas (s550), globo ocular (s220) e sistema nervoso parassimpático (s150).
CONCLUSÃO: No grupo estudado de diabéticos com complicações crônicas, controle metabólico inadequado e qualidade de vida muito afetada pela doença, a presença de incapacidade no cuidado pessoal e de barreiras ambientais, é sugestivo de que estes fatores possam contribuir para uma pior qualidade de vida, embora comprometimentos nas funções e estruturas corporais tenham sido os mais prevalentes.

Palavras-chave: Classificação Internacional de Funcionalidades, Incapacidades e Saúde, diabetes mellitus, qualidade de vida




INTRODUÇÃO

O diabetes mellitus (DM) pode ter um efeito profundo na qualidade de vida dos pacientes devido não somente aos efeitos diretos da doença e de suas complicações na saúde do indivíduo mas também às medidas de controle da doença, como dieta e automonitoração.1,2,3

Em estudo anterior deste grupo1, a aplicação do questionário específico para diabetes AddQol (Audit of diabetes dependent Quality of life)4 em 50 pacientes, mostrou que 76% deles, considerava sua qualidade de vida muito afetada pelo diabetes. Escolheu-se, então, este subgrupo específico, como população alvo para identificar a incapacidade associada a uma pior qualidade de vida, segundo o enfoque da Classificação Internacional de Funcionalidade Incapacidade e Saúde.5 O instrumento adotado foi o Core Set resumido da CIF para DM6 que avalia 12 funções corporais, 6 estruturas corporais, 5 itens de atividades/participação e 10 tipos de fatores ambientais.

O objetivo deste estudo, portanto, é apresentar a distribuição de freqüência das categorias das CIF do Core Set resumido para DM, com comprometimento grave em um grupo de pacientes com a qualidade de vida muito afetada pelo diabetes.

Foram utilizados dados extraídos do "Estudo multicêntrico internacional de validação das categorias relevantes (Core Sets) da CIF para diabetes mellitus, doença isquêmica do coração e doença obstrutiva crônica" (ICF Core Sets - Multicenter International Validation Study- Munich University-WHO Collaboration Project), do qual o HUCFF-UFRJ é centro colaborador.


MÉTODO

Uma amostra de 50 pacientes com diabetes foi apresentada à pergunta II do questionário de qualidade de vida associado ao diabetes AddQol. (tabela 1). Aqueles que optaram pelas respostas Muitíssimo melhor e Muito melhor foram identificados como pessoas cuja qualidade de vida foi muito afetada pelo DM, o que o que resultou numa amostra final de 38 pacientes - 9 homens e 29 mulheres - sendo 76,3% com DM2 e 23,7 % com DM1, em acompanhamento ambulatorial nos Serviços de Nutrologia e de Medicina Física e Reabilitação do HUCFF-UFRJ. Todos faziam parte do grupo entrevistado para o "Estudo multicêntrico internacional de validação do Core Set da CIF para diabetes mellitus". O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do HUCFF-UFRJ (parecer CONEP 461/2007) e todos os participantes assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Foram obtidos os seguintes dados de forma sistemática.




Dados clínicos: demográficos, IMC (Kg/m2), adequação de controle glicêmico (Hemoglobina glicada<7%), adequação controle lipídico (colesterol total<200 mg/mL), segundo os critérios da ADA.7

pergunta II do questionário AddQoL:4 "Na próxima frase, por favor, leve em consideração os efeitos de sua diabetes, seu controle (incluindo a medicação, as consultas médicas, as mudanças em sua dieta alimentar), e de quaisquer complicações que você possa ter".

Se eu não tivesse diabetes, minha qualidade de vida seria: ( ) Muitíssimo melhor ( ) Um pouco melhor ( ) A mesma ( )Um pouco pior ( ) Muito pior ( ) Muitíssimo Pior

Incapacidade associada ao diabetes: categorias do Core Set resumido da CIF6 (quadro 1) com comprometimento grave e completo.5 A decisão de computar apenas as categorias com comprometimento grave e completo foi baseada na suposição que estas seriam as de maior impacto negativo na qualidade de vida.

Foram listadas apenas as categorias que acometiam 10% ou mais dos pacientes.

Categorias da CIF não especificadas: categorias cuja informação era insuficiente para especificar a gravidade do comprometimento5 (tabela 4).




Os dados foram submetidos a análise estatística por meio de análise descritiva dos dados.


RESULTADOS

Na tabela1, é mostrada a distribuição percentual de 50 pacientes quanto à percepção de sua qualidade de vida, sem o diabetes. Aqueles com as respostas Muitíssimo melhor e Muito melhor foram os selecionados para este estudo (n=38).

A tabela 2 apresenta as características demográficas dos pacientes com DM de acordo com a apresentação clínica da doença. As diferenças clínicas observadas entre os grupos estão dentro do padrão esperado, ou seja, os pacientes com DM 1 eram mais jovens e o diagnóstico era mais recente, havia melhor controle clínico e o uso de insulina era mais freqüente. Por outro lado, no grupo com DM 2 o IMC era em média mais elevado e em a participação de pessoas aposentadas era mais expressiva.




A tabela 3 apresenta a participação percentual dos pacientes diabéticos com comprometimento grave das categorias do Core Set resumido da CIF. Pode-se perceber que tanto no grupo com DM1 como naquele com DM2 as Funções do corpo foram as categorias nas quais havia maior proporção de pacientes com acometimento grave.






DISCUSSÃO

A CIF é uma classificação recente, complexa e que apresenta certo grau de dificuldade em sua aplicação,8 mas com reconhecido potencial para mensurar a qualidade de vida pela funcionalidade e pela condição sociocultural em que o indivíduo está inserido.9 Nesta fase de desenvolvimento em que se encontra,10 para sua incorporação como instrumento válido de avaliação de desfechos em saúde, é necessário a comunicação entre profissionais de diversas disciplinas e setores da saúde para a divulgação e discussão de resultados obtidos com sua utilização. Nessa perspectiva é que se insere o presente estudo, um exercício de análise exploratória de dados, que se possa servir de base para a discussão de outros grupos de profissionais interessados na CIF. O Core Set representa o conjunto de categorias principais da CIF para a classificação de uma determinada doença. Concluído o processo de validação internacional, a lista de categorias da CIF para estas doenças será recomendada pela OMS para figurar em estudos epidemiológicos e clínicos envolvendo pacientes com estes diagnósticos.11

Considerando todo o grupo, o componente funções corporais concentrou o maior número de categorias mais gravemente afetadas (4), seguido do componente estruturas corporais (3). Os componentes atividades/participação e fatores ambientais apresentaram cada um, 2 categorias com problemas mais graves. Essas categorias estão relacionadas aos sintomas (b130), controle da doença (b540), complicações (b210, s220, s410, s740) e comorbidades associadas (b530). Nos homens, predominava maior comprometimento do controle metabólico (b540) e da visão (b210) enquanto que nas mulheres, as funções de controle de peso (b530) e controle metabólico (b540) foram as mais afetadas (dados não apresentados). Havia 5 amputados de perna, protetizados, no grupo de diabéticos tipo 2, o que pode explicar o maior comprometimento de estrutura do membro inferior (s740) observada. Ainda neste grupo, constatouse a presença de categorias relacionadas às complicações crônicas macrovasculares (s410) e microvasculares (s220). Nos itens de atividades/participação, cuidar da própria saúde (d570) destaca-se como a categoria com maior grau de problema, referido tanto no grupo com DM1 quanto no DM2. Em segundo lugar, figura a de lidar com o estresse e outras demandas psicológicas.

É interessante mencionar que ambas as categorias, habitualmente não são avaliadas nos estudos de incapacidade em geral, focados principalmente em comprometimento da mobilidade e das atividades básicas e instrumentais da vida diária. Este achado pode indicar que estes pacientes necessitam de atendimento nas áreas de nutrição, psicologia e assistência social e/ou grupos de pacientes para orientação e troca de experiências para superar problemas nestas áreas (consciência e atitudes positivas para seguir recomendações médicas, dieta, praticar atividade física, etc). No Core Set resumido para diabetes, não consta nenhuma das categorias da CIF de atividades e participação relativas a trabalho e emprego. Por isso não foi possível captar a característica de incapacidade para o trabalho devido à doença, que cerca de 40% dos pacientes apresentava.

Dentre os fatores ambientais, dificuldades com medicamentos (categoria e110) e com material para monitoramento do controle glicêmico e/ou ajudas técnicas (categoria e115), foram consideradas como barreiras maiores e tiveram prevalência similar às limitações em atividade/participação. Para estes tipos de comprometimento, possíveis causas econômicas e/ou dificuldade de acesso aos serviços de saúde, podem estar implicadas. Foi inesperada a indicação pelas mulheres DM1 de grande barreira de aceitação social à condição de ter diabetes (categoria e465), condição a ser verificada com a continuidade do estudo. O grupo de categorias de fatores ambientais, relativas a serviços, sistemas e política de saúde, previdência social e trabalho e emprego, foram, sem dúvida as com mais dificuldade de resposta por parte dos entrevistados. Poucos sabiam posicionarse a respeito de ações nestas áreas. Também, provavelmente pelas dificuldades enfrentadas pela população em geral de acesso aos serviços de saúde, o fato de estar em tratamento em hospital público, conduziu a maioria dos entrevistados à resposta de ausência de barreiras no item serviços, sistemas e políticas de saúde. Wolff et al12 em seu artigo sobre desfechos empregados em estudos clínicos randomizados em quatro condições crônicas e os componentes da CIF, refere que menos de 10 % dentre 257 estudos em diabetes, focalizaram fatores ambientais. Isto mostra, que este aspecto tem sido um dos menos relevantes para interpretar desfechos clínicos no diabetes.

A estrutura corporal menos avaliada em todo o grupo foi o pâncreas, o que pode ser explicado pela ausência de pacientes com DM associada à insuficiência do pâncreas exócrino. A segunda estrutura menos avaliada foi o sistema urinário, o que pode ser justificado pelo fato de que a nefropatia diabética é uma síndrome clínica, diagnosticada laboratorialmente.13 Embora possa ser feita a correlação entre as fases de progressão da nefropatia na DM1 e a alteração histológica renal correspondente,14 esta descrição não se encontra habitualmente nos prontuários. A ausência mais relevante, no entanto, do ponto de vista clínico, foi a de descrição da estrutura do globo ocular. A retinopatia, uma das mais temidas complicações crônicas do DM, pode permanecer assintomática até atingir grave comprometimento retiniano.15 É recomendado, portanto, seu rastreamento pelo exame de fundo de olho.13 Nos casos estudados, a causa da ausência desta informação, em 30 % dos homens com DM2, merece investigação para que sejam tomadas as medidas adequadas para reverter tal condição. A estrutura do sistema nervoso parassimpático figura com a terceira estrutura menos avaliada. Embora manifestações de disfunção autonômica tenha sido relatada em prontuário, principalmente bexiga neurogênica e falta de percepção de hiperglicemia, houve dificuldade em transpor estes sinais/sintomas para o grau correspondente de comprometimento dos nervos parassimpáticos. Neste estudo, foi à categoria da CIF mais difícil de classificar. Em contrapartida, a categoria estrutura de tronco (s760), que não figura no Core Set resumido para diabetes mellitus, estava muito afetada (18 % dos casos) nos pacientes com aumento da circunferência da cintura devido à obesidade centrípeta.

Sem dúvida, este perfil de categorias, reflete a população estudada, captada em ambulatórios de Nutrologia e Medicina Física e Reabilitação de hospital universitário, portanto com alta prevalência de sobrepeso/ obesidade e amputação de pododáctilos e/ou de perna em uso de próteses bem adaptadas. Pacientes com nefropatia ou cardiopatia grave, acidente vascular encefálico, neuropatia sintomática grave, amaurose, síndrome isquêmica descompensada, ou ainda amputados acima do joelho assim como casos, sem indicação de uso de prótese, não faziam parte do grupo avaliado.

De um modo geral, os resultados encontrados confirmam estudos anteriores de diabéticos tipo 2, nos quais demonstrou-se que a qualidade de vida é inferior naqueles com complicações crônicas.16,17 A contribuição do controle glicêmico ainda é motivo de controvérsias. Alguns estudos indicam sua influência negativa na qualidade de vida18,19 enquanto que uma importante pesquisa epidemiológica do Reino Unido,18 composta por dois 2 estudos transversais e um longitudinal, não verificou nenhuma diferença detectável na qualidade de vida, quando comparados diferentes programas terapêuticos para controle estrito da glicemia. A influência de fatores ambientais tem sido negligenciada em estudos de qualidade de vida em geral e também em diabéticos. O WHOQOL,20 no entanto, contempla tanto o domínio Ambiente, com também a dependência de medicação ou de tratamentos no domínio Nível de Independência. No estudo mexicano,21 com diabéticos tipo 2, no qual foi aplicada sua versão resumida WHOQOL-BREF, o percentual de pacientes dependentes de medicação ou tratamento foi de 27,8% naqueles com qualidade de vida muito ruim e ruim e de 31% com qualidade de vida bastante boa ou muito boa. Estes resultados não permitem maiores conclusões e não foram discutidos pela autora.

O estudo continua em andamento e deve complementado com dados sobre os domínios do AddQol, comorbidades, tipos de medicação e análise da relação entre variáveis demográficas, clínicas, de incapacidade e a qualidade de vida. Pretende-se também incluir na análise, as categorias que não figuram no Core Set resumido, mas que sejam relevantes para definir o perfil de funcionalidade e incapacidade dos pacientes.


CONCLUSÃO

Em um grupo de pacientes diabéticos com complicações crônicas, controle metabólico inadequado e qualidade de vida muito afetada pela doença, a presença de incapacidade no cuidado pessoal e de barreiras ambientais, é sugestivo de que estes fatores possam contribuir para uma pior qualidade de vida, embora comprometimentos nas funções e estruturas corporais tenham sido os mais prevalentes.


REFERÊNCIAS

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Dantas FAL, Couto APCB, Novis CFL, Ribeiro FS, Medeiros TR, Braulio, et. al Qualidade de vida associada ao Diabetes Mellitus: resultados preliminares. In: XI Congresso Brasileiro de Nutrologia; 2007; São Paulo. Anais. São Paulo: Associação Brasileira de Nutrologia; 2007. p. 61.

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