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Número atual: Dezembro 1996 - Volume 3  - Número 3

EDITORIAL

1 - A fisiatría na formação do médico generalista

Linamara Rizzo Battistella

Acta Fisiátr. 1996;3(3):5-6



TENDÊNCIAS E REFLEXÕES

2 - Ciências da atividade física: algumas perguntas

György Miklós Böhm

Acta Fisiátr. 1996;3(3):7-10



ARTIGO ORIGINAL

3 - Dificuldades na reabilitação de pacientes amputados devido a tumores

Therezinha Rosane Chamlian; Marcelo Saad; Danilo Masiero

Acta Fisiátr. 1996;3(3):11-13

Os pacientes amputados devido a tumores possuem particularidades, como intercorrências clínicas, que os diferenciam dos amputados por outras causas. Estas particularidades interferem de forma significativa no processo reabilitacional, podendo até inviabilizá-lo. Este levantamento mostra a evolução dos pacientes amputados devido a tumores atendidos no Lar Escola São Francisco. Verificou-se que nenhum dos 6 pacientes atingiu a meta da protetização, apesar de reunirem alguns pré-requisitos favoráveis para reabilitação, como pouca idade e início precoce do treinamento. Isto evidencia que o prognóstico reabilitacional destes pacientes pode ser modificado subitamente em qualquer momento.

Palavras-chave: Amputados. Tumores. Reabilitação.

4 - Amputações parciais do pé. Análise das soluções proféticas

Therezinha Rosarte Chamlian; Marcelo Saad; Danilo Masiero

Acta Fisiátr. 1996;3(3):14-17

Em amputações parciais do pé, a solução protética mais utilizada é o preenchimento anterior do calçado, adaptado à palmilha ou goteira. Entretanto, tanto do ponto de vista funcional quanto estético, estas soluções deixam a desejar. Comumente, as forças atuantes causam lesões de pele no coto e deformidade do calçado, quando não se usa goteria anti-eqüino de tornozelo. A goteira mantém a articulação tibio-társica rígida. Este trabalho analisa os aspectos favoráveis e desfavoráveis da protetização a este nível de amputação. Cinco pacientes do sexo masculino, portadores de amputação parcial do pé, foram avaliados clinicamente e submetidos à análise de marcha. O processo de análise consistiu de filmagem da marcha em perfil e interpretação quadro-a-quadro em videocassete profissional. Os parâmetros da marcha analisados foram: cadência, comprimento do passo e da passada, e velocidade. A solução protética de preenchimento anterior do pé, adaptada à goteira, nos pareceu ser uma boa solução biomecânica.

Palavras-chave: Amputação. Pé. Prótese.

ARTIGO DE REVISÃO

5 - Distrofia muscular de Becker. Relato de caso e revisão de literatura

Maria Bernadete Renoldi Oliveira Gavi; Manoel Neves Pimentel; Marcelo Nogueira Silva; Eliete Rabbi Bortolini; Alípio Cesar Nascimento

Acta Fisiátr. 1996;3(3):18-23

Distrofias musculares são doenças pouco freqüentes e desconhecidas por alguns médicos. Apresentamos um paciente com diagnóstico de Distrofia Muscular do tipo Becker, em fase avançada da doença, com achados físicos exuberantes, história familiar e patológica pregressa compatíveis e biópsia muscular característica. Embora a análise de DNA não tenha mostrado deleções no gene responsável, o diagnóstico foi confirmado clinicamente. Foram relacionados alguns diagnósticos diferenciais. Comentamos os aspectos terapêuticos. Estas doenças devem ser consideradas em todos os pacientes com queixa de fraqueza muscular, principalmente crianças, tendo em vista a necessidade de aconselhamento fisiátrico e genético precoces.

Palavras-chave: Distrofia Muscular do tipo Becker. Miopatias. Fraqueza muscular. Fisioterapia.

6 - Análise comparativa dos resultados funcionais obtidos em 100 artroplastias totais do joelho pela fisioterapia convencional isolada ou associada à movimentação passiva contínua

Eliane Machado Máximo; Danilo Masiero; Luiz Aurélio Mestriner

Acta Fisiátr. 1996;3(3):24-29

Estudo prospectivo de 85 pacientes submetidos a 100 artroplastias totais dos joelhos (15 bilaterais) no período compreendido entre junho de 1991 a junho de 1994. Os pacientes foram distribuídos em dois grupos. O grupo I, constituído de 44 pacientes (50 joelhos), foi submetido à fisioterapia convencional isolada e o grupo II de 45 pacientes (50 joelhos) à fisioterapia convencional associada à MPC (movimentação passiva contínua). O objetivo foi estabelecer possíveis diferenças entre os dois tipos de tratamento fisioterápico com relação ao tempo mínimo necessário para atingir 60 graus de flexão, tempo de hospitalização, variação percentual do arco de movimento pré e pós-operatório e condições da ferida operatória. Foi também analisada a evolução do arco de movimento por ocasião da alta hospitalar, e aos três, seis, nove e doze meses. Não houve diferença estatisticamente significante em relação aos parâmetros analisados.

ARTIGO DE ATUALIZAÇÃO

7 - Baropodometria computadorizada

Donaldo Jorge Filho

Acta Fisiátr. 1996;3(3):30-31



PONTO DE VISTA

RESUMOS DE TESE

9 - Resumos de tese

Acta Fisiátr. 1996;3(3):36



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