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Número atual: Setembro 2008 - Volume 15  - Número 3

ARTIGO ORIGINAL

1 - Uso da radioterapia na ossificação heterotópica imatura em pacientes com lesão medular

Use of radiotherapy in immature heterotopic ossification in patients with spinal cord injury

Luciana Delboni Taricco; Isolda Ferreira de Araujo; Yara Juliano; Marcelo de Jesus Justino Ares; Adriana Rosa Lovisotto Cristante

Acta Fisiátr. 2008;15(3):144-148

A incidência de ossificação heterotópica (OH) nos pacientes adultos com lesão raquimedular é de aproximadamente 20%. A OH costuma ter evolução benigna, mas pode causar redução da amplitude do movimento articular e dificultar o processo de reabilitação. Existem poucos estudos que mostram o uso da radioterapia no tratamento da OH em pacientes com lesão medular. O objetivo deste estudo é avaliar se há progressão da ossificação imatura em pacientes com lesão medular submetidos à radioterapia como tratamento primário. Foram selecionados os prontuários de pacientes da clínica de lesão medular da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) que apresentaram OH imatura e que receberam tratamento com radioterapia, sendo este o único tratamento em todos os casos. É um estudo tipo coorte histórico. Para análise da evolução da ossificação foram utilizados como parâmetros a comparação da amplitude de movimento da articulação afetada, medida com goniômetro, e a imagem radiográfica, graduando a ossificação de acordo com a classificação proposta por Brooker et al. O tempo de seguimento do estudo foi de 23,3 meses. Quatorze das 15 articulações estudadas não apresentaram piora clínica ou progressão da ossificação heterotópica. Não foram observados efeitos colaterais à radioterapia. Concluímos que os pacientes tratados precocemente com radioterapia não apresentaram progressão significativa da OH e que a radioterapia é um método seguro e de fácil aplicação.

Palavras-chave: ossificação heterotópica, traumatismos da medula espinal, radioterapia

2 - Estudo sobre as alterações da função sexual em mulheres com lesão medular resistentes na cidade de Ribeirão Preto/SP

Study of sexual function alterations in women with spinal cord injuries in the city of Ribeirao Preto, state of Sao Paulo, Brazil

Paula Canova Sodré; Ana Cristina Mancussi e Faro

Acta Fisiátr. 2008;15(3):149-155

É sabido que qualquer pessoa que sofreu algum dano na medula, além de comprometimento da sensibilidade, locomoção, funções intestinais e urinárias, independente da região lesionada, também acomete a função sexual. Cada pessoa reage de maneira diferente por mais semelhante que seja a lesão. O presente estudo exploratório, descritivo, transversal, aplicado de campo, de natureza quantitativa, foi realizado em três hospitais e duas clínicas de fisioterapia na cidade de Ribeirão Preto, SP, com a finalidade de conhecer as mulheres com lesão medular atendidas no período compreendido entre 1º de janeiro de 2000 a 31 de julho de 2004. A população foi composta por 81 mulheres. Deste total, foram excluídas 30 que não atenderam os critérios de inclusão, 12 delas com diagnósticos não relacionados à lesão medular, 11 não localizadas, seis que faleceram e uma que se recusou a participar da pesquisa. A faixa etária que predominou a lesão medular é dos 18 aos 37 anos (38%). Após a lesão, 27% permaneceram solteiras, 28% com seus companheiros, escolaridade nível de ensino fundamental (49%), analfabetismo (9%). Apresentaram etiologia traumática (100%), nível lombar (53%), seguido do cervical (27%), torácica (16%) e sacral (4%,). Das causas externas constatamos acidente automobilístico (29%), 12% de queda, em terceiro encontra-se o ferimento por arma de fogo (FAF), levantamento de peso, atropelamento e acidente de motocicleta 8% cada, mergulho em águas rasas e espancamento, com 2% cada, ferimento por arma branca (FAB), práticas de atividades esportivas e queda de objeto sobre a cabeça, práticas de esportes radicais, queda da própria altura somaram 16% das mulheres, e dentre estas mulheres 94% são idosas. Quanto à escala CSFQ, 90% da amostra apresenta disfunção sexual em relação à variável prazer, disfunção do orgasmo (90%) disfunção do desejo/freqüência (76%) e 72% disfunção do interesse sexual, excitação 92%. Neste estudo podemos confirmar que a paciente com lesão medular, apresenta complexidade e peculiaridades específicas. E que a escassez de estudos sobre sexualidade especificamente feminina da portadora de lesão medular, não oferece um cuidar específico que permeie as diferentes dimensões sociais, psicológicas e físicas, não assegurando um cuidado holístico e a continuidade deste cuidar em domicílio estabelecendo um processo de reabilitação sem qualidade.

Palavras-chave: traumatismos da medula espinal, mulheres, sexualidade, reabilitação

3 - Equilíbrio corporal e exercícios físicos: uma investigação com mulheres idosas praticantes de diferentes modalidades

Corporal balance and physical exercises: an investigation in elderly women who practice different exercise modalities

Clarissa Stefani Teixeira; Luiz Fernando Cuozzo Lemos; Luis Felipe Dias Lopes; Angela Garcia Rossi; Carlos Bolli Mota

Acta Fisiátr. 2008;15(3):156-159

Atualmente a expectativa de vida vem crescendo ano após ano, caracterizando um aumento no número de idosos. Com isso, diversos tipos de atividades físicas são ofertadas para essa população objetivando melhoras em algumas qualidades físicas. Uma dessas qualidades é o equilíbrio corporal, que vem sendo bastante estudado, em virtude de estar relacionado com diversas doenças que podem afligir os idosos. Com isso, esse estudo comparou mulheres idosas praticantes de hidroginástica, ginástica e mulheres idosas sedentárias. Fizeram parte do grupo de estudo 51 mulheres idosas com idade de 63,26 ± 9,63 anos. O equilíbrio foi coletado através da avaliação cinética, sendo utilizada uma plataforma de força OR6-5 AMTI (Advanced Mechanical Technologies, Inc.) a uma freqüência de 100 Hz. As variáveis analisadas foram a amplitude do deslocamento do centro de força e o deslocamento médio do centro de força na nas direções ântero posterior e médio-lateral. Para análise estatística utilizou-se a descritiva, teste de Shapiro-Wilk e o teste Kruskal-Wallis com nível de significância utilizado de 5%. Os resultados mostraram diferenças estatisticamente significativas nas direções médio-lateral, tanto na amplitude quanto no deslocamento médio do centro de força entre os grupos. Conclui-se deste estudo que ocorreram diferenças no equilíbrio na direção médio-lateral, sendo que menores instabilidades foram encontradas nas idosas praticantes de ginástica.

Palavras-chave: equilíbrio, postura corporal, exercício físico, idosos, avaliação cinética

4 - Escalas de controle de tronco como prognóstico funcional em pacientes após acidente vascular encefálico

Trunk Control Scales as functional predictors for stroke patients

Paula Teixeira de Aguiar; Talitha Nery Rocha; Elisandra Silva de Oliveira

Acta Fisiátr. 2008;15(3):160-164

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o acidente vascular encefálico (AVE) é considerado uma síndrome com desenvolvimento rápido de sinais clínicos de perturbação focal ou global da função cerebral, com possível origem vascular e com mais de 24 horas de duração. Além de o AVE causar déficits no movimento dos membros, marcha e linguagem, o déficit de controle da mobilidade do tronco é também um problema muito importante. O Objetivo deste estudo foi identificar a relação entre a alteração no controle de tronco, através de escalas, e incapacidade funcional de pacientes hemiparéticos após AVE. Foi realizado um estudo de revisão de literatura através do acesso aos indexadores de produção científica, sendo selecionados oito artigos clínicos, longitudinais e descritivos. Todos os autores observaram relação prognóstica entre o controle de tronco e habilidades funcionais. As escalas utilizadas foram a Trunk Control Test (TCT), Postural Assessment Scale for Stroke Patients (PASS-TC) e Trunk Impairment Scale (TIS) (Fujiwara e Verheyden). Concluiu-se que a avaliação clínica do controle de tronco, através das escalas, constitui uma ferramenta importante para o prognóstico das habilidades funcionais de pacientes hemiparéticos após AVE, e para o planejamento de um tratamento específico e diferenciado para esses pacientes. Entretanto, há poucos estudos comprovando esta relação, sendo que estes utilizaram diferentes escalas, não havendo um consenso entre os autores. Além das escalas, não há concordância nos dados para a avaliação do balance e marcha.

Palavras-chave: acidente cerebral vascular, hemiparesia, avaliação, marcha, qualidade de vida

5 - Efeitos da reabilitação pulmonar sobre a qualidade de vida: uma visão das crianças asmáticas e de seus pais

Effects of the pulmonary rehabilitation program on the quality of life of asthmatic children and their parents

Ivana Mara Oliveira Rezende; Ana Luisa Dália Moura; Bibiana Carolina Costa; Juliana Machado de Faria; Crisciane Almeida; Ingrid de Castro Bolina; Cristiane Cenachi Coelho

Acta Fisiátr. 2008;15(3):165-169

INTRODUÇÃO: A determinação da qualidade de vida de crianças e adolescentes asmáticos é importante, pois a asma grave ou com sintomas mal controlados, impede a participação desses indivíduos em esportes, prejudica o sono e, conseqüentemente, o rendimento escolar. Entretanto a doença não tem somente um impacto sobre os pacientes, mas também afeta a qualidade de vida de indivíduos ligados a eles.
OBJETIVO: Avaliar a qualidade de vida das crianças asmáticas e a percepção dos pais/responsáveis quanto à qualidade de vida de seus filhos antes e após um programa de reabilitação pulmonar (RP).
MATERIAIS E MÉTODOS: Foram estudadas 5 crianças, sexo masculino, com idade média de 8,16 ± 1,83 anos e 6 pais/responsáveis, antes e após um programa de reabilitação de 24 sessões. Todas as crianças tinham diagnóstico clínico de asma leve e moderada. Foi aplicado o questionário Pediatric Asthma Quality of Life Questionnaire (PAQLQ) para as crianças e um segundo questionário específico para os pais. As pontuações numéricas dos questionários pré e pós RP, foram comparadas pelo teste de Wilcoxon, sendo considerado um p < 0,05.
RESULTADO: Não houve diferença significativa, na comparação dos resultados pré e pós RP Entretanto, verificou-se melhora absoluta na maioria das questões em ambos os questionários.
CONCLUSÃO: Os questionários de qualidade de vida aplicados às crianças asmáticas e aos seus pais/responsáveis, não detectaram variação significativa. Contudo, as variações absolutas em vários itens envolvendo os dois instrumentos sugerem uma melhora clínica na qualidade de vida em ambos os questionários.

Palavras-chave: asma/reabilitação, qualidade de vida, criança

6 - Prevalência de queixas urinárias e o impacto destas na qualidade de vida de mulheres integrantes de grupos de atividade física

Prevalence of urinary complaints and their impact on the quality of life of women that participate in physical activity groups

Flávio Afonso Gonçalves Mourão; Luciana Napoleão Lopes; Natália de Paula Carneiro Vasconcellos; Maria Beatriz Alvarenga de Almeida

Acta Fisiátr. 2008;15(3):170-175

INTRODUÇÃO: A Sociedade Internacional de Continência define incontinência urinária como qualquer perda de urina relatada pelo paciente. É uma condição que afeta a população mundial, principalmente feminina, levando a diversas implicações. O objetivo deste estudo foi verificar a prevalência de queixas urinárias e o impacto destas na qualidade de vida das mulheres, integrantes de grupos de atividade física.
MÉTODOS: Participaram do estudo 50 mulheres, com idade a partir de 40 anos, participantes de grupos de atividade física conduzidos pela Fisioterapia em um Centro de Saúde de Belo Horizonte, Minas Gerais. As voluntárias foram submetidas a uma anamnese uroginecológica, e aquelas que apresentaram queixas urinárias nos últimos meses responderam o questionário "King's Health Questionnaire" para avaliação da qualidade de vida.
RESULTADOS: A prevalência de mulheres com queixas urinárias foi de 42%. Os sintomas mais predominantes foram: urgência (95,24%), freqüência (90,48%), incontinência de esforço (85,71%) e noctúria (80,95%). Quanto à intensidade, os sintomas de urge-incontinência (49%) e urgência (46%) apresentaram os maiores índices. De acordo com a análise dos domínios, o impacto da incontinência (53,96 ± 26,83) sobressalta-se quando comparado a outros resultados, seguido pelo domínio medidas de gravidade (43,78 ± 23,01).
CONCLUSÃO: A população estudada apresentou elevada prevalência de queixas urinárias e o impacto da qualidade de vida encontrado não descarta a influência negativa do quadro patológico.

Palavras-chave: incontinência urinária, mulheres, qualidade de vida

ARTIGO DE REVISÃO

7 - Reprodutibilidade, validade e responsividade da escala de Medida de Independência Funcional (MIF) na lesão medular: revisão da literatura

The Functional Independence Measures (FIM) reliability, validity and responsiveness in spinal cord injury: literature review

Daniela de Campos Barbetta; Marcos Renato de Assis

Acta Fisiátr. 2008;15(3):176-181

A escala de Medida de Independência Funcional é um dos instrumentos mais utilizados na avaliação da capacidade funcional dos indivíduos com lesão medular. O registro da evolução funcional desses indivíduos é fundamental no processo de reabilitação. Este estudo teve como objetivo revisar na literatura científica a reprodutibilidade, validade e responsividade dessa escala em indivíduos com lesão medular. Os resultados encontrados mostraram alta concordância interna e reprodutibilidade inter-avaliador; validade e responsividade, exceto para avaliação da dimensão cognitiva e do domínio locomoção.

Palavras-chave: traumatismos da medula espinhal/reabilitação, avaliação da deficiência, literatura de revisão como assunto

8 - Reabilitação na Esclerose Lateral Amiotrofica: revisão da literatura

Rehabilitation in Amyotrophic Lateral Sclerosis: literature review

Denise Rodrigues Xerez

Acta Fisiátr. 2008;15(3):182-188

A Esclerose Lateral Amiotrófica é uma patologia do Neurônio Motor que traz um grande grau de incapacidade. Em todo o mundo existe uma tendência a elaborar manuais de uniformização na abordagem desta população, principalmente no que se refere à reabilitação e qualidade de vida. Levantamos os guidelines publicados para este fim, de maneira não sistemática estrita, e elaboramos a partir destes, uma proposta de manual adaptado a realidade brasileira, atualizado, abrangente e simples.

Palavras-chave: Esclerose Amiotrófica Lateral, reabilitação, literatura de revisão como assunto

9 - Bloqueios com fenol para tratamento de espasticidade

Phenol block for spasticity management

Paulo Cesar Trevisol-Bittencourt; Marcelo B Tournier

Acta Fisiátr. 2008;15(3):189-191

No tratamento da espasticidade focal, os bloqueios periféricos com toxina botulínica (TB) e com fenol são os preferidos. Os bloqueios com fenol são os assuntos de interesse desta revisão, que mostra alguns aspectos históricos, princípios de ação, principais indicações e a aplicabilidade clínica desta substância. Ela tem o propósito de relembrar que o fenol, quando respeitada suas indicações, tem mostrado boa relação entre eficácia e segurança. Desde que é uma droga de baixíssimo custo, deveria ser considerada como agente ideal para uso em larga escala nos serviços de reabilitação carentes de recursos econômicos.

Palavras-chave: fenol, espasticidade muscular, bloqueio nervoso

10 - Benefícios do condicionamento físico como tratamento da claudicação intermitente

Benefits of physical conditioning in the treatment of intermittent claudication

Érica Carvalho Barbosa; Rafael Diniz Mascarenhas Dalle

Acta Fisiátr. 2008;15(3):192-194

Claudicação Intermitente (CI) é um sintoma patognomônico da doença arterial obstrutiva periférica, caracterizado por dor muscular ao exercício físico que cessa ao repouso. A Claudicação Intermitente tem um caráter potencialmente benigno, devido ao baixo risco de evolução para isquemia grave e perda do membro, e também por uma boa possibilidade de melhora dos sintomas. Assim, o tratamento clínico é considerado adequado e normalmente empregado como primeira alternativa terapêutica, sendo que esse tratamento deve ser baseado no controle dos fatores de risco modificáveis da arteriosclerose, principalmente o fumo. Associa-se ainda um tratamento farmacológico e um não farmacológico, onde o tratamento não farmacológico primário para a claudicação intermitente é um programa formal de exercícios físicos que pode ser realizado pelo paciente baseado apenas na orientação médica (sem supervisão) ou sob a orientação de um profissional. O mecanismo pelo qual o paciente melhora da claudicação com a atividade física ainda não está totalmente esclarecido, e vários fatores são atribuídos à melhora dos sintomas, como a formação de novos vasos, liberarão de oxido nítrico, ação sobre as lipoproteínas, entre outros.

Palavras-chave: claudicação intermitente, doenças vasculares periféricas, exercício

RELATO DE CASO

11 - Síndrome de Pusher após acidente vascular encefálico: relato de caso

Pusher syndrome after cerebrovascular accident: a case report

Rebeca Boltes Cecatto; Cristiane Isabela de Almeida

Acta Fisiátr. 2008;15(3):195-201

INTRODUÇÃO: o termo Síndrome de Pusher refere-se a uma alteração no controle postural de pacientes portadores de hemiparesia após lesões encefálicas. Objetivos: descrever o caso de uma paciente portadora de hemiparesia após Acidente Vascular Encefálico (AVC) e sintomas clínicos sugestivos da Síndrome de Pusher promovendo uma discussão sobre a etiologia, a fisiopatologia, a evolução clínica e o prognóstico da Síndrome de Pusher em pacientes portadores de lesões encefálicas.
MÉTODOS: Este é um relato de caso retrospectivo de uma paciente do sexo feminino, de 62 anos, portadora de hemiparesia esquerda após AVCH de tálamo, com score de 13 na National Institute of Health Stroke Scale, Medida de Independência Funcional (MIF) de 56 e sinais clínicos da Síndrome de Pusher. Um programa interdisciplinar de reabilitação foi instituído ainda na fase aguda, além de um programa domiciliar de adaptações arquitetônicas e fisioterapia motora para o treino do balance, alinhamento de tronco e cinturas, postura e verticalidade.
RESULTADOS E DISCUSSÃO: Apenas quatro meses após o ictus, os sinais da Síndrome de Pusher haviam desaparecido e a paciente apresentava MIF de 99, apesar da manutenção da hemiparesia, da disartria, da hipofonia e do humor deprimido.
CONCLUSÃO: Este relato de caso sugere que a Síndrome de Pusher isoladamente pode influenciar a evolução e o grau de independência após o AVC, retardando a alta hospitalar e os ganhos do processo de reabilitação. Mais estudos são necessários para compreendermos a fisiopatologia, a evolução e o prognóstico da Síndrome de Pusher.

Palavras-chave: acidente cerebral vascular, paresia, transtornos da percepção, reabilitação

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