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Número atual: Junho 2011 - Volume 18  - Número 2

ARTIGO ORIGINAL

1 - Avaliação do equilíbrio de pacientes com distrofia muscular de duchenne

Balance evaluation of patients with duchenne muscular dystrophy

Mayra Priscila Boscolo Alvarez; Francis Meire Fávero; Cristina dos Santos Cardoso de Sá

Acta Fisiátr. 2011;18(2):49-54

A distrofia muscular de Duchenne (DMD) é uma doença genética que afeta apenas indivíduos do gênero masculino, causando fraqueza muscular progressiva. Conforme a doença progride, surgem algumas outras alterações como, por exemplo, deformidades osteoarticulares e dificuldades na manutenção do equilíbrio estático e dinâmico. Avaliar o equilíbrio de pacientes com DMD deambuladores e comparar a participação da informação sensorial no ajuste postural destes pacientes. Dez pacientes, entre sete e quatorze anos de idade, com diagnóstico de DMD foram avaliados pelo teste de organização sensorial modificada (OSM) da posturografia dinâmica computadorizada. O teste OSM consiste na manutenção da posição bípede sem movimentação sobre uma plataforma em quatro condições distintas: (1) olhos abertos e plataforma fixa, (2) olhos fechados e plataforma fixa, (3) olhos abertos e plataforma móvel, (4) condição olhos fechados e plataforma móvel. Para a análise dos dados foi utilizada análise de variância para medidas repetidas (ANOVA) tendo como fator as condições de teste, e análise de contraste ajustada para múltiplas comparações (Teste de Tukey) no caso de comparações significativas. Não foram observadas diferenças significativas na área de excursão do centro de pressão nas diferentes condições de teste e no COPx e no COPy. Foi observada diferença significativa na VMx e na VMy entre as condições plataforma fixa/olhos abertos e plataforma móvel/olhos abertos, e entre as condições plataforma fixa/olhos fechados e plataforma móvel/olhos fechados. O teste OSM forneceu dados para a avaliação do equilíbrio desses pacientes, indicando que a privação dos sistemas somatossensorial e visual, em determinadas situações, não foi capaz de provocar grandes alterações de equilíbrio. Contudo, a velocidade do deslocamento do COP, que retrata o ajuste postural, é maior nas diferentes condições testadas.

Palavras-chave: Avaliação, Equilíbrio Postural, Distrofia Muscular de Duchenne

2 - Estudo descritivo sobre o desempenho ocupacional do sujeito com epilepsia: o uso da CIF como ferramenta para classificação da atividade e participação

Descriptive study of the occupational performance of individuals with epilepsy: the use of the ICF as a tool to describe the activity and participation

Renato Nickel; Joana Rostirolla Batista de Souza; Nicolle Lucena da Silveira; Cassiano Robert; Andressa Pereira Lima; Elaine Janeckzo Navarro; Lauren Machado Pinto

Acta Fisiátr. 2011;18(2):55-59

A literatura mostra que os sujeitos com Epilepsia apresentam dificuldades para o engajamento no desempenho de atividades em todos ou quase todos os aspectos da vida. Visando melhor compreender os problemas de desempenho ocupacional do sujeito com epilepsia, os objetivos desta pesquisa foram: avaliar e classificar, de acordo com a CIF, quais os problemas de desempenho ocupacional apresentados por sujeitos com Epilepsia e discutir os dados levantados de acordo com a literatura. Foram entrevistados 34 sujeitos, onde os principais problemas de desempenho relatados foram: Manter um emprego (d8451) com 18 queixas, Treinamento profissional (d825) e Deslocar-se por diferentes locais (d460), ambos com 15 queixas. Observou-se que os fatores determinantes para os problemas de desempenho encontrados são facilmente classificados na CIF e, suas limitações para atividades e restrições para participação estão em acordo com o modelo de saúde apresentado pela classificação, onde além das deficiências relacionadas às funções do corpo também os fatores ambientais e pessoais interferem na vida desses sujeitos.

Palavras-chave: Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde, Terapia Ocupacional, Análise e Desempenho de Tarefas, Epilepsia

3 - Estudo sobre depressão reativa e depressão secundária em pacientes após acidente vascular encefálico

Study on reactive and secondary depression in patients following a stroke

Priscila Aparecida Rodrigues; Sandra Regina Schewinsky; Vera Lúcia Rodrigues Alves

Acta Fisiátr. 2011;18(2):60-65

O Acidente Vascular Encefálico (AVE) é uma das patologias que mais acarreta comorbidades e alterações incapacitantes, tanto em relação a aspectos físicos, como em relação a aspectos cognitivos e afetivo emocionais. Após a ocorrência do AVE, freqüentemente o quadro de depressão encontra-se associado. Os tipos mais freqüentes que podem ocorrer são depressão reativa e depressão secundária a lesão encefálica. O manejo terapêutico do profissional de Psicologia é fundamental para o tratamento da depressão, sendo reativa ou secundária, interferindo diretamente no processo de reabilitação após o AVE. A presente pesquisa consiste em identificar, na literatura, os sintomas da depressão reativa e secundária em pacientes após AVE e qual a aplicabilidade da avaliação psicológica diferencial no contexto de reabilitação.

Palavras-chave: Acidente Cerebral Vascular, Depressão, Transtornos de Adaptação, Reabilitação

4 - Fatores associados à independência funcional de idosos residentes em instituição de longa permanência

Factors associated with the functional independence of elderly residents in long-term institutions

Fernanda Macedo Pereira; Mariela Besse

Acta Fisiátr. 2011;18(2):66-70

O objetivo do estudo foi conhecer o perfil da independência funcional de idosos em uma instituição de longa permanência, através das associações entre as variáveis sociodemográficas (idade, gênero, escolaridade, e tempo de institucionalização) e as variáveis clínicas (motivo da internação, medicação, quantidade de doenças e hipótese diagnóstica), verificando se há impacto na independência funcional de acordo com o escore da MIF (medida de independência funcional) motora, cognitiva social e total. Realizou-se um estudo clínico quantitativo, do tipo descritivo analítico com corte transversal, retrospectivo por meio de investigação de fontes indiretas de dados (prontuários), no período de julho e agosto de 2010 numa instituição de longa permanência para idosos no município de São Paulo. Constatou-se que o maior grau de dependência funcional está associado aos idosos do sexo feminino, naqueles com idade superior ou igual a 80 anos, nos que têm escolaridade inferior a 8 anos, naqueles com 37 à 47 meses de institucionalização, nos que foram institucionalizados por vontade da família, naqueles que possuem de 7 à 9 doenças , nos que utilizam um número maior ou igual a 15 medicações e naqueles que sofrem de neoplasias. Concluiu-se que mais estudos devem ser realizados, para que se possa ampliar o conhecimento e obter mais clareza sobre a associação do processo de institucionalização da população idosa com os fatores associados à independência funcional.

Palavras-chave: Idoso, Avaliação Geriátrica, Instituição de Longa Permanência para Idosos

5 - Grupo de atividades de vida diária: influência do procedimento em pacientes adultos com acidente vascular encefálico isquêmico

Daily life activities group: the influence of the procedure in ischemic stroke adult patients

Camila Pontes Albuquerque; Eleanora Vitagliano; Juliana Yumi Yamada; Carem Fagundes; Rafael Eras Garcia; Rebeca Braga; Renata Cristina Verri Bezerra Carramenha; Sarah Monteiro dos Anjos; Milene Silva Ferreira; Alexandra Passos Gaspar

Acta Fisiátr. 2011;18(2):71-74

O acidente vascular encefálico (AVE) pode gerar seqüelas motoras acarretando dificuldades em vários aspectos funcionais da vida diária do indivíduo. O terapeuta ocupacional pode intervir com essa população, com o objetivo de diminuir as limitações adquiridas. Uma das modalidades de tratamento é o atendimento em grupo, em função da riqueza das trocas existentes no mesmo. Este estudo visou analisar os resultados do procedimento do grupo de Atividades de Vida Diária (AVDs) composto por pacientes com seqüelas de AVE isquêmico. Foram incluídos 10 sujeitos com seqüelas de AVE isquêmico, que participaram do grupo de AVDs, sendo os mesmos avaliados por meio da HAQ (Health Assessment Questionnaire) e da FAQ (Functional Activities Questionnaire), em dois momentos pré e pós intervenção. Para a análise dos dados foi utilizado o teste Wilcoxon com p < 0,05. Após análise de resultados pré e pós intervenção verificou-se diferença significativa para ambos os instrumentos de avaliação (HAQ p=0.001 e FAQ p=0,0117). O estudo mostrou a eficácia do procedimento - grupo de AVDs, composto por sujeitos com sequelas de AVE isquêmico em fase crônica, através da mensuração dos ganhos funcionais obtidos pela HAQ e FAQ. Estudos com um número maior de pacientes são necessários para uma maior generalização das conclusões.

Palavras-chave: Terapia Ocupacional, Acidente Cerebral Vascular, Atividades Cotidianas, Reabilitação

6 - Relação entre a força de preensão palmar e a espasticidade em pacientes hemiparéticos após acidente vascular cerebral

Relationship between grip strength and spasticity in hemiparetic patients after stroke

Leonardo Petrus da Silva Paz; Vera Regina Fernandes da Silva Marães; Guilherme Borges

Acta Fisiátr. 2011;18(2):75-82

O objetivo deste trabalho foi investigar a relação entre a força muscular isométrica máxima de preensão e a espasticidade de músculos da extremidade superior parética. Foram incluídos 33 pacientes com diagnóstico clínico de Acidente Vascular Cerebral (AVC) em diferentes estágios de recuperação sensório-motora, de ambos os sexos com média de idade de 50,84 (±13,69 anos) e que foram atendidos no Hospital das Clínicas de Campinas-SP ou centros de reabilitação. Em estudo descritivo transversal foram colhidos em sessão única os seguintes dados: a)-força isométrica máxima de preensão, utilizando-se dinamômetro hidráulico em três tentativas alternadas para cada membro; b) grau de espasticidade graduado por meio da escala de tônus de Ashworth de 8 grupos músculos da extremidade superior parética (AS). Para caracterização da amostra foram utilizados itens da extremidade superior da escala de desempenho físico de Fugl-Meyer (UE-FMA) para avaliação da recuperação sensório motora; o nível de independência funcional foi avaliado com o Índice de Barthel e a capacidade funcional com Teste da Ação para Extremidade Superior (ARA). A força de preensão foi avaliada com dinamômetro pela média e pelo melhor valor de três tentativas para o membro parético (mais fraco) e para o membro mais forte (não parético). A força de preensão foi estatisticamente maior no lado mais forte (p<0,05) e os valores de ambos os membros superiores estão abaixo de valores normativos da literatura para indivíduos normais de mesmo sexo, idade e lado testado. O valor médio de preensão da extremidade superior "mais forte" de 31,17 KgF (±10,22) e para o membro parético, foi de 10,88 ±8,82 KgF. Houve apenas uma fraca correlação entre a força muscular e o tônus muscular dos músculos avaliados, incluindo músculos flexores dos dedos, adutores de polegar e flexores de cotovelo (r<0,60). Estes dados sugerem que o dinamômetro hidráulico pode ser utilizado para mensuração de força muscular em pacientes com preensão débil conforme protocolo apresentado.

Palavras-chave: Acidente Cerebral Vascular, Espasticidade Muscular, Força Muscular, Hemiplegia, Idoso

ARTIGO DE REVISÃO

7 - Características biomecânicas da articulação escapulotorácica no retorno da elevação dos membros superiores: uma revisão da literatura

Biomechanical characteristics of the scapulothoracic joint while lowering the arms: a literature review

Eva Guedes Cota; Christina Danielli Coelho de Morais Faria

Acta Fisiátr. 2011;18(2):83-90

Observações clínicas indicam que os indivíduos com disfunções no complexo articular do ombro descrevem o movimento de retorno da elevação dos membros superiores (MMSS) como mais doloroso que a elevação. O objetivo deste estudo foi realizar uma revisão da literatura sobre as características biomecânicas da articulação escapulotorácica no retorno da elevação dos MMSS em indivíduos saudáveis e com disfunções no complexo articular do ombro. Para isso, foram realizadas pesquisas nas bases de dados MedLine (PubMed), LILACS, Scielo e PEDRo seguida de busca manual e, após análise de um total de 232 estudos encontrados, 14 foram selecionados por atenderam aos critérios de inclusão previamente estabelecidos. Desses, oito investigaram características cinemáticas, seis características eletromiográficas, sendo que dois estudos investigaram as duas características associadas e apenas dois apresentaram resultados relacionados a indivíduos com disfunções no complexo articular do ombro. Os resultados desses estudos demonstraram que, durante o retorno, os movimentos tridimensionais da articulação escapulotorácica envolvem a combinação de rotação inferior (eixo perpendicular ao plano da escápula), inclinação anterior (eixo medial-lateral) e rotação interna (eixo vertical) seja o retorno realizado no plano frontal (retorno da abdução), sagital (retorno da flexão) ou no plano escapular. Dessa forma, o retorno da elevação dos MMSS resulta em reversão dos movimentos escapulotorácicos que ocorrem durante a elevação, mas apresenta diferenças significativas nas posições angulares da articulação escapulotorácica em relação à elevação, principalmente para os movimentos de rotação interna e inclinação anterior. A escassez de estudos que avaliaram as características biomecânicas da articulação escapulototácica em indivíduos com disfunções no complexo articular do ombro limita a compreensão da cinemática e atividade muscular nessa população específica.

Palavras-chave: Biomecânica, Escápula, Membros Superiores, Eletromiografia

8 - Treinamento resistido como intervenção na reabilitação em pacientes com lesão medular: uma revisão de literatura

The effects of resistance training intervention in the rehabilitation of patients with spinal cord injury: a literature review

Frederico Ribeiro Neto; Paulo Gentil

Acta Fisiátr. 2011;18(2):91-96

OBJETIVO: analisar os indícios na literatura sobre os efeitos do treinamento resistido como forma de intervenção na reabilitação de pacientes com lesão medular traumática ao longo do tempo.
MÉTODO: Fontes das informações: uma busca sistematizada da literatura em cinco bancos de dados (MEDLINE, LILACS, SciELO, IBECS e Biblioteca Cochrane) foi realizada até agosto de 2010. Seleção dos estudos: estudos observacionais e de intervenção que incluíam treinamento resistido em pessoas com lesão medular traumática. Variáveis analisadas: foram analisados os desfechos de ordem fisiológica (força, potência e capacidade cardiorrespiratória), escalas funcionais (FIM, WISCI, WUSPI e Berg), velocidade de marcha e percepções subjetivas (melhora de funcionalidade e relato de dores ou lesões).
RESULTADOS: foram encontrados 16 artigos que preencheram os critérios de inclusão. Nenhum encontrou qualquer tipo de prejuízo ou lesão para essa população. Oito estudos avaliaram o VO2 e detectaram melhoras significativas entre 10% e 30%. Força e potência foram verificadas em dez estudos, mas a magnitude variou de forma distinta (8% a 34% e 6% a 81%, respectivamente). A análise da resposta favorável do treinamento resistido relacionada com escalas funcionais (FIM, WISCI, WUSPI e Berg) ou com velocidade de marcha ocorreu em três investigações.
CONCLUSÕES: em todos os artigos analisados, as respostas decorrentes da intervenção foram positivas e favoráveis à melhora física e funcional aumentando, conseqüentemente, a independência nas atividades diárias. Os autores sugerem a inclusão do treinamento resistido sistematizado na reabilitação de acordo com a demanda diária do indivíduo em prol de um ganho funcional, prevenção de lesões, melhora da saúde e da qualidade de vida.

Palavras-chave: Traumatismos da Medula Espinal, Terapia por Exercício, Treinamento de Resistência, Reabilitação

RELATO DE CASO

9 - Habilidades funcionais de criança com síndrome da imunodeficiência adquirida

Functional abilities of children with acquired immunodeficiency syndrome

Amanda Polin Pereira; Daniela Baleroni Rodrigues Silva; Luzia Iara Pfeifer; Maria Paula Panuncio-Pinto

Acta Fisiátr. 2011;18(2):97-101

A encefalopatia associada ao vírus da imunodeficiência humana é uma conseqüência importante das infecções neurológicas que atingem crianças com a síndrome da imunodeficiência adquirida. Tal conseqüência pode gerar perdas no desenvolvimento neuropsicomotor levando a dificuldades em atividades fundamentais para a independência da criança. O objetivo do estudo é descrever os ganhos funcionais nas áreas de auto-cuidado e mobilidade de uma criança com síndrome da imunodeficiência adquirida. Foi aplicado junto ao cuidador da criança o Inventário de Avaliação Pediátrica de Incapacidade (PEDI), antes e após o processo de reabilitação com intervalo de 12 meses. Os resultados demonstram que houve melhora funcional nos aspectos avaliados. Na área de auto-cuidado houve alteração de escores de 53,65 na primeira avaliação para 60,06 na segunda avaliação. Na área de mobilidade a criança passou de um escore de 24,29 para 38,66. Os resultados sugerem que as estratégias utilizadas no processo de reabilitação, bem como atuação da equipe multidisciplinar permitiram o desenvolvimento de habilidades para melhor desempenho ocupacional da criança.

Palavras-chave: Criança, Síndrome de Imunodeficiência Adquirida, Encefalopatia Crônica, Reabilitação

10 - Treino de força muscular de membros superiores orientado à tarefa na distrofia miotônica do tipo 1: estudo de caso

Task-oriented upper limb strength training in myotonic dystrophy type 1: case study

Joyce Martini; Camila Quel de Oliveira; Heloise Cazangi Borges; Therezinha Rosane Chamlian

Acta Fisiátr. 2011;18(2):102-106

O objetivo do presente estudo foi verificar os efeitos do treino de força muscular dos membros superiores a partir da abordagem orientada à tarefa, com relação à força muscular, à funcionalidade e à qualidade de vida de um indivíduo adulto com distrofia miotônica do tipo1. Foi realizado um treino de força muscular submáximo (60% da resistência máxima), na freqüência de três terapias semanais, num período de 16 semanas, constituído de três avaliações, a inicial, a final e a de seguimento de um mês do término do protocolo, com base na Medical Research Council scale (MRC), no Total Muscle Score (TMS), na Medida de Função Motora (MFM) e na versão brasileira do questionário de qualidade de vida SF-36. Com relação à força muscular, houve um incremento de 5% no TMS. Na funcionalidade, a MFM apresentou um acréscimo de 1,04% na avaliação final, o qual se perdurou na avaliação de seguimento. Na SF-36, o participante apresentou um acréscimo de 2,12% na segunda avaliação, retornando à pontuação inicial após um mês do protocolo; porém no domínio de capacidade funcional manteve-se o aumento de 20%. O treino de força muscular submáximo orientado à tarefa mostrou-se benéfico com base na força muscular e no domínio de capacidade funcional do questionário de qualidade de vida; porém denotou restrita variação quantitativa no âmbito da funcionalidade.

Palavras-chave: Distrofia Miotônica, Exercício, Força Muscular, Qualidade de Vida

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