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Número atual: Junho 2010 - Volume 17  - Número 2

ARTIGO ORIGINAL

1 - Avaliação da funcionalidade da criança com paralisia cerebral espástica

Functionality evaluation of children with spastic cerebral palsy

Maria Matilde de Mello Sposito; Marcelo Riberto

Acta Fisiátr. 2010;17(2):50-61

A paralisia cerebral é resultante de uma lesão não progressiva sobre o sistema nervoso central em desenvolvimento e que pode levar a disfunções motoras, distúrbios no movimento, deficiências mentais e alterações funcionais. A espasticidade é a anormalidade motora e postural mais comumente vista na paralisia cerebral. Considerando as múltiplas repercussões da espasticidade sobre a funcionalidade do indivíduo com paralisia cerebral, torna-se claro que uma avaliação do quadro clínico deve ser precisa e direcionar-se aos aspectos específicos que exigem intervenção. Este texto tem como objetivo servir de guia aos médicos ou terapeutas na escolha de instrumentos de medição quantitativa e qualitativa.

Palavras-chave: Criança, Paralisia Cerebral, Espasticidade Muscular, Escalas

2 - Tratamento farmacológico da espasticidade na paralisia cerebral

Pharmacological spasticity treatment on cerebral palsy

Maria Matilde de Mello Sposito; Simone Bio Albertini

Acta Fisiátr. 2010;17(2):62-67

A espasticidade é uma desordem motora caracterizada por aumento dos reflexos de estiramento tônicos (tônus muscular), velocidade dependente, resultado da hiper excitabilidade deste reflexo, como um componente da Síndrome do Neurônio Superior, extremamente comum a várias condições neuropáticas. Neste artigo faremos uma revisão da fisiopatologia da espasticidade e dos principios fármacos utilizados no seu tratamento.

Palavras-chave: Criança, Paralisia Cerebral, Espasticidade Muscular/ efeitos de drogas, Toxina Butulínica Tipo A

3 - Bloqueios químicos para o tratamento da espasticidade na paralisia cerebral

Chemical blockage for cerebral palsy spasticity treatment

Maria Matilde de Mello Sposito

Acta Fisiátr. 2010;17(2):68-83



ARTIGO DE REVISÃO

4 - Cirurgias e intervenções físicas no tratamento da espasticidade na paralisia cerebral

Surgeries and physical interventions in the treatment of cerebral palsy spasticity

Maria Matilde de Mello Sposito

Acta Fisiátr. 2010;17(2):84-91

Apesar de tratamento da espasticidade em pacientes com paralisia cerebral fundamenta-se, essencialmente, na cinesioterapia e medicamentos administrados como infiltrações ou por via oral, ocorrem situações nas quais tais intervenções não surtem os efeitos desejados, seja em virtude da gravidade da espasticidade ou da contra-indicação e efeitos adversos ao uso da toxina butulínica. Também podem ocorrer distorções do aparelho locomotor resultantes do constante estímulo deformante da espasticidade e da alteração biomecânica que ela impõe ao posicionamento de membros durante a marcha, ortostatismo ou outras posições de repouso. Nestas últimas situações, estão indicados procedimentos cirúrgicos que visam a melhoria da condição biomecânica, adequação do posicionamento e maior eficiência da movimentações em geral. Este artigo de revisão tem por objetivo apresentar as formas alternativas de administração de drogas para o controle da espasticidade e de suas conseqüências como deformidades e alteração de função além de procedimentos fisioterapêuticos e uso de órteses sempre com o objetivo de redução dos quadros espásticos.

Palavras-chave: Espasticidade Muscular, Paralisia Cerebral, Toxina Botulínica Tipo A

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